Receita de pudim apagão

Esta semana é uma sobremesa que a chef Ana Leão partilha com os leitores do DN. Simples, para fazer em casa.

Ingredientes pudim
2 croissaints / brioches / outro pão doce simples secos
100 gramas açúcar
125 ml Natas 35%
30 ml rum / whisky ou Moscatel
2 ovos batidos
Uma tablete de chocolate negro
Canela , gengibre em pó, piripiri ( ou outras especiarias que vos deixem o coração quentinho)
Sal
Sour cream / creme fraiche ou iogurte natural
Raspa de um limão

Amêndoas / avelãs torradas a 150 por 20 minutos ou até douradinhas
Coco ralado , tostado ( opcional )

1 tablete de chocolate negro ( 70% ou mais )
2 colheres de sopa de óleo de coco

Confeção do pudim:
Desfazer os croissaints / pão em pedaços e colocar numa travessa que possa ir ao forno
Desfazer o chocolate em pedacinhos e intercalar nos pedaços de pão
Fazer um caramelo com o açúcar e duas colheres de sopa de água, numa panela com alguma altura, a lume médio, até atingir a cor âmbar
Adicionar as natas, mexendo, seguindo- se do leite e do álcool escolhido. se se formarem grumos, continuar a mexer, em lume baixo, até se desfazerem.
Retire do lume e adicione os ovos com cuidado, mexendo . Adicionar uma pitada de sal e as especiarias escolhidas
Verter o líquido sobre os croissaints/pães na travessa e aguardar 10 minutos.
Cozinhar no forno a 180 graus por aproximadamente 20 minutos, rodando a travessa a meio do processo.

Entretanto, temperar o sour cream (ou acompanhamento escolhido) com raspa de limão e uma pitada de sal.

Derreter o chocolate e o óleo de coco em banho maria.

Servir o pudim quentinho, com os frutos secos , molho de chocolate e o soor cream , enquanto vê o filme Sozinho em casa pela 46a vez. De nada.

A acompanhar

A chef Ana Leão aconselha um porto branco Andresen de 10 anos para harmonizar com a sua receita.

A chef

Ana Leão tem 32 anos e já trabalhou em muitos restaurantes, não só em Portugal mas em Espanha, como o Dos Palillos, em Barcelona, que tem uma estrela Michelin. Passou ainda pelo mítico El Buli, de Ferran Adriá, nas semanas antes de o restaurante fechar. O gosto pelas viagens e pela descoberta levou-a à Austrália. Nos últimos 10 anos tem feito a ponte entre os dois países, apenas interrompida por causa da pandemia. Por lá, explorou o país de uma ponta à outra numa pequena carrinha. Cozinhou, trabalhou em quintas, plantou árvores, desovou salmões. E desenvolveu o projeto Colher Torta. Em Portugal esteve no restaurante O Velho Eurico, em Lisboa, e no restaurante pop up Statera, em Vila Nova de Milfontes. Agora está de volta ao Porto, na cozinha da Musa de Virtudes, em conjunto com os chefs João Baião e Cristiano Barata.

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