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Motor 24

Opel Mokka-e. Em busca do tempo perdido

Primeira proposta 100% elétrica do crossover compacto espelha o futuro rosto e coração da Opel.

É uma espécie de revisão filosófica do tempo, ao melhor estilo da obra-prima de Marcel Proust, "Em busca do tempo perdido". O Opel Mokka, que despertou este mês de abril para uma nova vida comercial, conhece, pela primeira vez, uma variante 100% elétrica, que acrescenta um "e" ao seu apelido: Mokka-e. Na sua memória, guarda o erro de ter caído num absurdo sistema de classes de portagens nacional, que o taxou como "2". Mas a nova geração deste crossover com ar de SUV, ou vice-versa (classe 1, diga-se), acredita ser possível recuperar o tempo perdido, colocando, no mesmo plano, passado, presente e futuro.

A nova geração do Mokka não abdica dos motores tradicionais a gasolina e Diesel, todos eles mais limpos e eficientes. Mas foquemo-nos neste Mokka-e, que representa a nova existência da Opel no universo Stellantis (ainda que tenha entrado para o grupo ainda na era PSA). Começa por ser um manifesto estético, com o verde a demarcar a sua existência elétrica das restantes. Mas é mais do isso. Esta nova geração do modelo é o rosto do futuro da marca.

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