DS 9 E-Tense: Berlina francesa contra um segmento dominado pelos alemães

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DS 9 E-Tense: Berlina francesa contra um segmento dominado pelos alemães

Novo topo de gama da DS quer conquistar segmento D, dominado pela BMW e Mercedes-Benz. Chega em setembro e os preços que começam nos 59.100 euros.

Maior do que as dimensões do novo DS 9 só as expetativas que este alimenta. Com 4,93 m de comprimento, 1,93 m de largura e 1,46 m de altura, esta berlina premium é a grande coqueluche da DS Automobiles e aponta ao segmento D (piscando ainda o olho ao E), dominado por modelos como o BMW Série 3 e o Mercedes-Benz Classe C.

A dianteira é marcante e expressiva, com uma grelha generosa e com um desenho paramétrico e efeito diamante tridimensional, enquadrado pelas emblemáticas DS Wings da marca. A assinatura de iluminação é feita com tecnologia DS Active LED Vision com módulos rotativos a 180°, realçados por luzes diurnas com um motivo "Point Perle". No capot, o acabamento em guilhoché "Clous de Paris" transfere, pela primeira vez, esta assinatura interior, característica das criações DS, para o exterior.

O DS 9 tem uma alusão ao DS de 1955, materializada nas "cornetes DS", umas luzes integradas no topo dos pilares C, que recriam os míticos "piscas" do primeiro dos DS. Com a diferença que, agora, funcionam como luzes de presença.

Já a traseira procura refletir a pureza estética, integrando cada elemento num único volume. Os guarda-lamas, o para-choques e a tampa da bagageira estão ligados com a mesma fluidez. Inseridas nesta superfície, as óticas, cinzeladas e com um exclusivo formato de escamas, criam um contraste de efeito tridimensional.

A DS Automobiles procurou distribuir o conforto por todos os passageiros: os bancos traseiros são idênticos, neste capítulo.

No habitáculo, a DS Automobiles procurou distribuir o conforto por todos os passageiros: os bancos traseiros são idênticos, neste capítulo, aos da frente. Um "savoir-faire" de primeira classe, sem qualquer exceção.

Plataforma E-Tense

O DS 9 está disponível, em Portugal, apenas na variante híbrida plug-in E-Tense, que debita uma potência combinada de 225 cv. Uma motorização composta por um motor sobrealimentado PureTech a gasolina (180 cv) e um elétrico (110 cv), capaz de assegurar uma autonomia de 55-56 quilómetros (WLTP) em modo elétrico (zero emissões), graças a uma bateria de iões de lítio de 11,9 kWh de capacidade. As emissões de CO2 situam-se entre 34-35 g/km, com um consumo homologado de 1,5 litros/100 km no ciclo combinado (WLTP).
O motor elétrico, integrado na transmissão automática de oito velocidades, tem uma potência máxima de 110 cv. É utilizado no arranque para ajudar o motor térmico em aceleração, sem limite de velocidade do automóvel, e para fazer a tração em modo puramente elétrico até velocidades de 135 km/h. O modo de condução elétrico está sempre selecionado no arranque e é acompanhado por um modo Híbrido, concebido para gerir automaticamente as diferentes fontes de energia, que podem ir de 100% elétrico, 100% a gasolina ou a combinação das duas, conforme a situação.

O topo de gama da DS conhece dois níveis de equipamento em Portugal: Performance Line + e Rivoli +. O equipamento de série é vasto, reforçando com tecnologia avançada as vertentes de conforto e segurança.

O tiro de partida para as encomendas já foi dado e as primeiras entregas acontecerão em setembro deste ano. A versão de acesso DS 9 E-Tense Performance Line + está disponível por 59.000 euros, enquanto o DS 9 E-Tense Rivoli + custará 61.000 euros. Os interessados na variante 4x4 do modelo, com 360 cv, terão de aguardar por 2022.

jorge.flores@ext.globalmediagroup.pt

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