Chef Vítor Sobral. "A Padeira de Aljubarrota personifica o que mais gosto numa mulher: ser decidida"

Para o chef Vítor Sobral a gratidão é a sua virtude preferida. Aprecia uma boa amizade e tem no pai o seu herói da vida real devido à "capacidade de sacrifício".

A sua virtude preferida?

A gratidão.

A qualidade que mais aprecia num homem?

A frontalidade.

A qualidade que mais aprecia numa mulher?

A frontalidade também, e considerar-se em pé de igualdade com os homens.

O que aprecia mais nos seus amigos?

Serem genuínos na amizade. E não haver títulos entre amigos.

O seu principal defeito?

A teimosia e a ingenuidade.

A sua ocupação preferida?

Cozinhar para os meus amigos.

Qual é a sua ideia de "felicidade perfeita"?

Fazer o que me apetece sem constrangimentos.

Um desgosto?

A ingratidão inesperada de algumas pessoas.

O que é que gostaria de ser?

O que sou.

Em que país gostaria de viver?

Em Portugal - pelos meus pais e pelos meus filhos.

A cor preferida?

O branco.

A flor de que gosta?

Flores do campo.

O pássaro que prefere?

O melro, pelo canto.

O autor preferido em prosa?

Miguel Sousa Tavares.

Poetas preferidos?

Fernando Pessoa e Jorge Amado.

O seu herói da ficção?

Não tenho.

Heroínas favoritas na ficção?

Talvez a Jessica Rabbit.

Os heróis da vida real?

O meu pai, pela capacidade de sacrifício. Lembro-me até hoje do dia em que fui ao trabalho dele, na Siderurgia Nacional, e senti na pele o que ele fazia pela família.

As heroínas históricas?

A Padeira de Aljubarrota. Personifica o que mais gosto numa mulher: ser decidida.

Os pintores preferidos?

Dégas, nos impressionistas, e Almada Negreiros.

Compositores preferidos?

Ary dos Santos e Vivaldi. Quando estou sozinho a cozinhar, gosto de pôr música.

Os seus nomes preferidos?

Antónia - o nome da minha mãe e o da minha neta. E Manuel, o nome do meu terceiro filho.

O que detesta acima de tudo?

Ingratidão e hipocrisia.

A personagem histórica que mais despreza?

Hitler e Estaline.

O feito militar que mais admira?

O desembarque na Normandia, pela coragem necessária.

O dom da natureza que gostaria de ter?

O dom de se reequilibrar, de renascer.

Como gostaria de morrer?

Depois de um jantar de família, adormecer. Já bem velhinho...

Estado de espírito atual?

Acreditar que tudo vai ficar melhor.

Os erros que lhe inspiram maior indulgência?

Erros cometidos sem maldade ou intenção de magoar.

A sua divisa?

Não fazer aos outros o que não gosto que me façam a mim.

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