Cofina vai começar a contratar em setembro

O grupo Cofina vai começar a contratar os quadros para o canal de televisão no Meo em setembro, e a grelha de programação "já está fechada", revelou à Lusa Octávio Ribeiro, "líder" do projeto.

"A superestrutura humana do canal está definida e as contratações começarão em setembro", revelou à Lusa Octávio Ribeiro, diretor do jornal Correio da Manhã (CM), que será o "líder do projeto" pioneiro de televisão do grupo Cofina.

O mesmo responsável escusou-se a revelar quem serão os diretores de programação e de informação do CM TV, ainda que já estejam "definidos".

"Quem vai ser o diretor não se saberá já, porque ainda temos vários momentos de comunicação até o canal arrancar em fevereiro. Vamos guardar isso para a altura adequada", confirmou à Lusa o presidente da Cofina, Paulo Fernandes.

A grelha de programação também "está fechada" e a componente de informação "irá prevalecer". "Mas será um canal com muito espaço de entretenimento", indicou ainda Octávio Ribeiro

"O peso da informação será na ordem dos 60 por cento de segunda a sexta-feira, diminui ao fim de semana. Mas a antena estará sempre aberta para a informação, emitiremos 24 horas por dia, com noticiários de hora a hora, mesmo durante a madrugada", sublinhou o diretor do CM.

Paulo Fernandes assinou hoje com a Portugal Telecom, na pessoa do seu presidente executivo, Zeinal Bava, o lançamento, em fevereiro de um canal de televisão no cabo a ser distribuído em exclusivo pela MEO, operador da PT.

O Correio da Manhã TV (CM TV), cuja redação e estúdio ficarão localizados no novo edifício do grupo Cofina, irá tirar proveito das sinergias dos diferentes títulos do grupo Cofina - Correio da Manhã, Jornal de Negócios, Record, Sábado, Máxima, entre outros.

O CM TV contará com cerca de 80 profissionais em regime de exclusividade, "na sua maioria, técnicos", indicou Octávio Ribeiro, explicando que a larga maioria dos conteúdos jornalísticos será produzida pelas várias redações do grupo.

A Cofina emprega cerca de mil profissionais, entre os quais cerca de 500 jornalistas, sublinhou hoje Paulo Fernandes.

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