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Pode um smartphone tirar cafés? É possível e já bebemos

Pode a tecnologia surpreender-nos em algo tão típico quanto tirar um café? A marca italiana De"Longhi diz que sim. Testámos o modelo "smart" PrimaDonna Elite na redação, durante algumas semanas, e gostámos da qualidade e da conetividade. Máquinas de café há muitas, até porque o café continua a ser a "droga" legal (e até recomendável, de acordo com alguns estudos) de que a maioria não prescinde para começar o dia. Há quem tome no café do bairro, quem use as vending machines de café da empresa, onde a qualidade nem sempre é a mais elogiada, ou uma das máquinas ao [...]

Cartaz

1 sorriso de alegria dá saúde e alivia

Há uma pessoa feliz num filme de Mike Leigh. Sim, leram bem: há mesmo uma pessoa feliz num filme do soturno, nublado, tristonhamente realista Mike Leigh. E essa pessoa não se limita a ser feliz. Faz também todo o possível para espalhar alegria e boa disposição à sua volta - dentro daquilo que é admissível num filme de Mike Leigh, claro está. Em Um Dia de Cada Vez, a magricela, soberba e contagiante Sally Hawkins, vencedora do Prémio de Interpretação Feminina em Berlim 2008, e do Globo de Ouro de Melhor Actriz em Comédia ou Musical, interpreta Poppy, uma professora primária de Londres que enfrenta as caras feias, as más disposições, as sombras e as arrelias de cada dia sempre com cara alegre, um sorriso nos lábios, uma palavra divertida e muita, muita compreensão. Leigh até lhe põe diariamente ao lado o instrutor de condução mais crispado e amargo do mundo, para que sirva de contraste radical à permanentemente amável e positiva Poppy. Dito tudo isto, diga-se também que Um Dia de Cada Vez não é um filme entontecido de felicidade fácil, porque Mike Leigh o ancora com firmeza no real quotidiano e tangível que sabe encenar como poucos.