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DN Insider

Tiktok chegou sem avisar e já tem 1,7 milhões de utilizadores em Portugal

A rede social chegou sem avisar e já conta com 1,7 milhões de utilizadores em Portugal. Se ao início era mais usada pelos jovens, o TikTok chama agora a atenção das marcas, interessadas na base de utilizadores em expansão, especialmente durante a pandemia de covid-19. Mesmo quem nunca usou o TikTok sabe como funciona ou, por estes dias, já viu alguns vídeos feitos por lá, que saltam fronteiras entre redes sociais, aterrando no Instagram ou no Twitter. Com recurso a filtros, música ou efeitos, a plataforma permite a criação de vídeos curtos, reproduzidos de forma automática. Os números não mentem: criada para o mercado chinês, onde está presente deste [...]

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Realidade virtual para ajudar a ultrapassar fobias

Segundo a publicação da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, uma fobia "é um medo persistente, excessivo e pouco realista de um objeto, pessoa, animal, atividade ou situação. É um tipo de transtorno de ansiedade. Uma pessoa com fobia tenta evitar o que provoca o medo ou suporta-o com grande ansiedade e angústia." E, como o medo é livre, o catálogo de fobias é extenso e variado. São-nos familiares as mais comuns, com as quais convivemos habitualmente porque sofremos delas ou porque alguém próximo as tem. Todos conhecemos alguém que sofre de claustrofobia (medo de espaços fechados), agorafobia (o oposto, medo de espaços abertos) ou aracnofobia (as aranhas povoam muitos pesadelos). Porém, é menos frequente ter coulrofobia (medo de palhaços), ligirofobia (medo de ruídos fortes) ou latrofobia (medo de ir ao médico). A Organização Mundial da Saúde estima em 20% a percentagem da população do planeta que sofre de algum tipo de fobia. Estes medos podem ir desde um ligeiro incómodo que pode ser superado com algum esforço até sensações de ansiedade e reações físicas que se tornam totalmente debilitantes para quem sofre de fobias, obrigando essas pessoas a alterar drasticamente o seu modo de vida.Para combater estas fobias que enfrentamos diariamente, os psicólogos encontraram um aliado extraordinário na tecnologia, através da realidade virtual. Até há bem pouco tempo, os terapeutas procuravam incentivar os seus doentes a imaginar situações nas quais enfrentavam os seus medos. Agora, no entanto, é possível colocá-los perante uma representação digital que, através de óculos de realidade virtual, lhes permite experimentar, de forma segura e acompanhados por um profissional, as situações que lhes provocam pânico. Uma das empresas pioneiras e mais avançadas a nível mundial no setor destas novas terapias é a espanhola Psious. Através da sua plataforma online especificamente desenhada para a saúde mental e de uma aplicação criada por psicólogos, é possível tratar transtornos de ansiedade e fobias utilizando a realidade virtual. Para comprovar em primeira mão como funciona este ambiente, Natalia Sprenger ofereceu-se como voluntária para tentar superar o seu medo de alturas através das terapias da Psious.Entrevista e edição: Natalia Sprenger | Noelia Núñez | Marius CirjaTexto: José L. Álvarez Cedena

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Realidade virtual para ajudar a ultrapassar fobias

Segundo a publicação da Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, uma fobia "é um medo persistente, excessivo e pouco realista de um objeto, pessoa, animal, atividade ou situação. É um tipo de transtorno de ansiedade. Uma pessoa com fobia tenta evitar o que provoca o medo ou suporta-o com grande ansiedade e angústia." E, como o medo é livre, o catálogo de fobias é extenso e variado. São-nos familiares as mais comuns, com as quais convivemos habitualmente porque sofremos delas ou porque alguém próximo as tem. Todos conhecemos alguém que sofre de claustrofobia (medo de espaços fechados), agorafobia (o oposto, medo de espaços abertos) ou aracnofobia (as aranhas povoam muitos pesadelos). Porém, é menos frequente ter coulrofobia (medo de palhaços), ligirofobia (medo de ruídos fortes) ou latrofobia (medo de ir ao médico). A Organização Mundial da Saúde estima em 20% a percentagem da população do planeta que sofre de algum tipo de fobia. Estes medos podem ir desde um ligeiro incómodo que pode ser superado com algum esforço até sensações de ansiedade e reações físicas que se tornam totalmente debilitantes para quem sofre de fobias, obrigando essas pessoas a alterar drasticamente o seu modo de vida.Para combater estas fobias que enfrentamos diariamente, os psicólogos encontraram um aliado extraordinário na tecnologia, através da realidade virtual. Até há bem pouco tempo, os terapeutas procuravam incentivar os seus doentes a imaginar situações nas quais enfrentavam os seus medos. Agora, no entanto, é possível colocá-los perante uma representação digital que, através de óculos de realidade virtual, lhes permite experimentar, de forma segura e acompanhados por um profissional, as situações que lhes provocam pânico. Uma das empresas pioneiras e mais avançadas a nível mundial no setor destas novas terapias é a espanhola Psious. Através da sua plataforma online especificamente desenhada para a saúde mental e de uma aplicação criada por psicólogos, é possível tratar transtornos de ansiedade e fobias utilizando a realidade virtual. Para comprovar em primeira mão como funciona este ambiente, Natalia Sprenger ofereceu-se como voluntária para tentar superar o seu medo de alturas através das terapias da Psious.Entrevista e edição: Natalia Sprenger | Noelia Núñez | Marius CirjaTexto: José L. Álvarez Cedena

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Um treinador de ténis no cabo da raquete

Na primeira página de "Open", a autobiografia de Andre Agassi e um dos melhores livros jamais escritos sobre desporto, o tenista norte-americano escreve: "Sou um homem jovem, relativamente falando. Tenho 36 anos. Mas acordo como se tivesse 96. Após três décadas de corridas, paragens súbitas, saltos altos e quedas duras, já não sinto o meu corpo como se fosse o meu corpo, principalmente de manhã. Por conseguinte, a minha mente não se sente como se fosse a minha mente (…) Jogo ténis como modo de vida, apesar de odiar o ténis. Odeio-o com uma paixão obscura e secreta, e sempre foi assim." A descrição feita pelo vencedor de oito torneios do Grand Slam e um dos melhores jogadores de todos os tempos ilustra na perfeição o nível de exigência e a obsessão que o ténis gera entre aqueles que o praticam. Obviamente, nem todos o odeiam com a intensidade de Agassi, que foi obrigado pelo pai desde muito novo a bater milhares e milhares de bolas no court da sua casa. Porém, qualquer pessoa que tenha empunhado uma raquete com a intenção de jogar decentemente conhecerá bem as contrariedades, as horas de treino, as repetições de movimentos e até os golpes que surgem em sonhos para prolongar o martírio. Por isso, não admira que o ténis tenha sido, desde sempre, um dos desportos mais recetivos à inclusão da tecnologia na sua prática. Fê-lo desde muito cedo para melhorar os materiais das raquetes e das bolas, para tornar mais justas as decisões dos árbitros ou para otimizar o design do vestuário e do calçado dos jogadores.Um dos novos dispositivos que estão a ajudar os tenistas (profissionais e amadores) a melhorar o seu rendimento em campo é o Zepp Tennis Sensor. Trata-se de um sensor que é introduzido na raquete e que vai registando os seus movimentos, acumulando dados sobre a velocidade, as rotações, a posição ou a superfície com a qual se golpeia a bola. Todos estes dados são enviados para uma aplicação móvel que os analisa em tempo real e disponibiliza estatísticas e recomendações para melhorar o rendimento. Para saber como funciona e comprovar a sua eficácia, Maldo, o nosso especialista em desporto, foi visitar Sergio Casal, um grande campeão de Roland Garros e do US Open (onde jogou a pares com Emilio Sánchez Vicario), e atreveu-se a desafiá-lo para uns jogos.Entrevista e edição: Pedro García Campos | David GiraldoTexto: José L. Álvarez Cedena

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Videomapping, a incrível experiência de mergulhar numa obra de arte

Entender a forma de olhar e interpretar o mundo do artista francês é um dos objetivos da exposição "Monet: a experiência imersiva", no Centro de Artes Visuais Ideal de Barcelona. Através de projeções de grande formato em 360 graus (com 30 projetores laser) e de simulações de realidade virtual, os visitantes podem não só entrar nos quadros do pintor, como também viajar até aos lugares mais importantes da sua biografia. A proposta desta exposição encaixa perfeitamente no triângulo "arte, ciência e tecnologia" que Jordi Sellas, diretor do centro, aponta como pedra angular da filosofia de trabalho do Ideal.Nesta mesma intersecção, encontram-se as obras do coletivo Ouchhh, com sede em Istambul, as quais, explica Sellas, procuram mostrar "como os zeros e uns, os bits, se podem transformar em algo físico, quase orgânico". Para a sua exposição imersiva POETIC AI, o coletivo selecionou cerca de 20 milhões de linhas de texto extraídas de diferentes livros e artigos escritos por cientistas de grande relevância e introduziu-as num sistema de inteligência artificial. Este software criou um novo discurso através de big data em tom poético que pode ser projetado em 3D. O coletivo Ouchhh, cujas obras foram expostas nos principais festivais e encontros artísticos digitais do mundo, caracterizou-se em todos os seus trabalhos pelo seu espírito multidisciplinar e pela sua capacidade de conjugar formatos e plataformas como a escultura cinética, o video mapping ou o 3D.Natalia Sprenger mergulhou em ambas as exposições e comprovou se, como assegura Sellas, o centro Ideal é um modelo do futuro que espera o cinema e os museus.Entrevista e edição: Natalia Sprenger | Maruxa Ruiz del Árbol | Ainara NievesTexto: José L. Álvarez Cedena

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Videomapping, a incrível experiência de mergulhar numa obra de arte

Entender a forma de olhar e interpretar o mundo do artista francês é um dos objetivos da exposição "Monet: a experiência imersiva", no Centro de Artes Visuais Ideal de Barcelona. Através de projeções de grande formato em 360 graus (com 30 projetores laser) e de simulações de realidade virtual, os visitantes podem não só entrar nos quadros do pintor, como também viajar até aos lugares mais importantes da sua biografia. A proposta desta exposição encaixa perfeitamente no triângulo "arte, ciência e tecnologia" que Jordi Sellas, diretor do centro, aponta como pedra angular da filosofia de trabalho do Ideal.Nesta mesma intersecção, encontram-se as obras do coletivo Ouchhh, com sede em Istambul, as quais, explica Sellas, procuram mostrar "como os zeros e uns, os bits, se podem transformar em algo físico, quase orgânico". Para a sua exposição imersiva POETIC AI, o coletivo selecionou cerca de 20 milhões de linhas de texto extraídas de diferentes livros e artigos escritos por cientistas de grande relevância e introduziu-as num sistema de inteligência artificial. Este software criou um novo discurso através de big data em tom poético que pode ser projetado em 3D. O coletivo Ouchhh, cujas obras foram expostas nos principais festivais e encontros artísticos digitais do mundo, caracterizou-se em todos os seus trabalhos pelo seu espírito multidisciplinar e pela sua capacidade de conjugar formatos e plataformas como a escultura cinética, o video mapping ou o 3D.Natalia Sprenger mergulhou em ambas as exposições e comprovou se, como assegura Sellas, o centro Ideal é um modelo do futuro que espera o cinema e os museus.Entrevista e edição: Natalia Sprenger | Maruxa Ruiz del Árbol | Ainara NievesTexto: José L. Álvarez Cedena