oncologia

Diretor do Prog. Nac. Doenças Oncológicas

"Só em 2025 e 2026 se perceberá o que a pandemia fez" ao cancro

O diretor do Programa Nacional para as Doenças Oncológicas diz ao DN que uma das consequências da pandemia está à vista: "Foi a senhora ministra dar ordem para se pararem as cirurgias. As oncológicas também pararam, e esta ainda é a arma que mais cura." Outra é a redução no número de diagnósticos. Uma e outra vão refletir-se na mortalidade.

Lisboa/Covid-19

Surto no IPO. Mais de 70 profissionais em quarentena preventiva

O foco de infeção no serviço de hematologia detetado há duas semanas colocou médicos, enfermeiros e assistentes operacionais de vários serviços em isolamento. Esta situação, associada às férias de outros profissionais, está a fazer que enfermeiros de outros departamentos estejam a ser transferidos para aquele serviço de forma a assegurar os cuidados aos doentes.

Histórias de pessoas

Os IPO deviam ter "gabinetes de segurança social para doentes tratarem de problemas"

Margarida Cruz é diretora-geral da Acreditar. Acompanha há muito a realidade de pais que têm filhos com doença oncológica e fala ao DN dos desajustes da lei, das chefias menos compreensivas, dos problemas que chegam às instituições sem rostos e que acabam por ser resolvidos de forma cega. Aos pais que se confrontam com tudo isto a Acreditar procura dar algum "fôlego e conforto"

Helder Mansinho

Oncologia: o rastreio sistemático é fundamental

Cancro coloretal. Ouvir falar deste tipo de cancro é duplamente assustador para o cidadão comum. Pensar num carcinoma, por si só, abala; o facto de ser no intestino torna incómodo sequer reconhecer a doença. O que é péssimo: todos os anos 775 mil pessoas morrem no mundo devido ao cancro coloretal. De acordo com a OMS, este é o terceiro tipo de cancro mais prevalente, com 1,4 milhões de novos casos/ano. Portugal não foge à regra. Dados recentes do Registo Oncológico Regional (ROR) do Sul referem um aumento da incidência, sendo já mais frequente do que o cancro do pulmão.