José Ribeiro e Castro

José Ribeiro e Castro

Marca Portugal, independência e futuro

É importante - e prometedora - a notícia, saída no Expresso, do movimento Marcas por Portugal, lançado por 21 figuras da sociedade civil, dos meios empresarial e social, que quer também "fortalecer a marca Portugal". O grupo visa estimular a projecção de Portugal como marca e de marcas associadas a Portugal. Carlos Coelho, da Ivity, aponta para "promover a afeição dos portugueses à marca do seu país, assumindo a missão de valorizar Portugal em tudo o que se faz" e "colocar na agenda a transição para o valor acrescentado, com marcas".

Opinião

Olivença, esse outro pedaço de Alentejo

Olivença suscita facilmente emoções imediatas. Na precipitação de as exprimirem, nas caixas de comentários a notícias e artigos online ou no ping-pong das redes sociais, a maioria cede à tentação repentista, em lugar de ponderar o melhor interesse para a terra e suas gentes. Já me deparei com isto dezenas, senão centenas de vezes, nos últimos dez anos. Muitos limitam-se a reagir, sem pensar como agir. Debitam velhas ideias feitas. Renunciam a procurar e a compreender qual a melhor ideia que serve, hoje, esta questão.

José Ribeiro e Castro

Olá, Fernando! Estás bom, pá? Um abraço

Desde que morreste há coisa de cinco anos, só posso falar contigo por escritos como este, hoje, no Dia dos Irmãos, que é 31 de maio. Ou também numa ou noutra oração para que estejas bem e, uma ou outra vez, quando os outros, olhando-me, noite entrada, são capazes de pensar que estou a falar sozinho. É uma chatice quando alguém parte cedo de mais. 61 anos é ainda demasiado cedo, quando tinhas tanto a dar e muita energia para gastar.

Opinião

Sem manha nem patranha

Acredito que é possível fazer uma reforma eleitoral sem truques nem malabarismos, sem engenharias nem golpadas. Acredito que uma reforma eleitoral séria e honesta, impecável nos propósitos e justa no seu desenho, é a única que pode ser feita. Acredito, porque é a única que pode colher o interesse e o apoio da opinião pública, alcançar a maioria na Assembleia da República e passar no crivo atento do Presidente da República; e é a única que, garantidamente, não será chumbada no Tribunal Constitucional.