Investigação científica

Luísa Pereira

Investigação científica em Portugal

Como a herança genética pode ajudar a explicar as doenças

Perceber a maior ou menor suscetibilidade de diferentes grupos populacionais face a algumas doenças é um dos focos do trabalho de Luísa Pereira, investigadora no i3S, Instituto de Investigação e Inovação em Saúde, do Porto. Geneticista populacional, é nos genes que procura respostas. Como a que lhe permitiu identificar uma maior ameaça de doença grave da Dengue para as populações europeias

Investigação científica

Reprogramar as células. Uma via contra as doenças do envelhecimento

A reprogramação das células já existentes no nosso organismo, de forma a torná-las mais eficientes em processos de regeneração, é o foco do trabalho de Lino Ferreira no Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra. "No fundo, o que fazemos é enviar-lhes mensagens, de forma a que sejam mais proativas e eficientes." E para que a mensagem chegue bem ao destino, o "método de entrega" também é crucial.

Investigação científica em Portugal

A arte de reciclar o corpo. Tecidos do parto ajudam à regeneração óssea

João Mano já ganhou duas das bolsas científicas mais prestigiadas da Europa pelo seu trabalho na área da bioengenharia de tecidos humanos. No mais recente projeto, reaproveita matéria recolhida durante o parto, como a membrana amniótica e o cordão umbilical, para construir tecidos que vão permitir a regeneração dos tecidos ósseos sem recurso a cirurgias ou próteses.

Investigação científica em Portugal

Fagos. Podem estes vírus ser o nosso melhor aliado contra superbactérias?

Nos laboratórios do Centro de Engenharia Biológica da Universidade do Minho, Luís Melo testa proteínas de uns vírus conhecidos como fagos para melhorar a eficácia dos antibióticos face à ameaça das superbactérias. Relegado para segundo plano com a descoberta da penicilina, o universo dos bacteriófagos conhece agora um renovado interesse.

Investigação em Portugal

Doentes com covid estudados: por que têm uns doença grave e outros não?

Ana Espada de Sousa é médica especialista em medicina interna, mas deixou a prática clínica há mais de dez anos para se dedicar à investigação. Hoje lidera o Laboratório de Imunologia Clínica da Faculdade de Medicina de Lisboa e uma equipa de investigação do Instituto de Medicina Molecular, que "fez o confinamento no hospital e no laboratório" para estudar doentes com covid-19. O objetivo é descobrir o que leva a que uns desenvolvam a doença de forma grave e outros não. A descoberta pode ser a chave para um novo medicamento e para a redução da mortalidade.