Galeria

Galeria

A super lua vista em vários pontos do planeta

Uma super lua cor-de-rosa desviou os olhares para o céu em vários pontos do mundo durante a madrugada desta terça-feira. Um fenómeno que ocorre quando o satélite da Terra está em fase de lua cheia, mas também a uma distância da Terra inferior a 110% do perigeu, segundo o Observatório Astronómico de Lisboa. O perigeu é​ o ponto da órbita em que o satélite natural se encontra mais próximo da Terra. Isto faz com que numa ilusão ótica o corpo celeste pareça mais ampliado e com uma tonalidade cor-de-rosa. Uma super lua que voltará a aparecer no dia 26 de maio.

Tempos que marcam

Pedro Marques Lopes: "Nunca sairemos disto se não atuarmos como uma comunidade" 

O comentador destaca a importância da vida em comunidade para a resolução dos problemas sociais causados pela Covid-19. Pedro Marques Lopes admite que o período de confinamento foi um período "complicado, estranho" e difícil para todas as pessoas, que como ele, vivem sozinhas e "precisam mais de ver gente". Para o comentador esta crise pandémica veio mostrar que, no futuro, "precisamos de ter mais cuidado uns com os outros".

Tempos que marcam

Ana Paula Martins: "O confinamento foi o período mais difícil que vivi nos meus 54 anos"

A bastonária da Ordem dos Farmacêuticos considera que a crise pandémica que atravessamos é "o maior desafio que a Humanidade está a enfrentar nas últimas gerações". Para Ana Paula Martins o confinamento levou-nos a encontrar novas formas de estar e de nos relacionarmos e não foi um período fácil. Uma imagem de 2020 que irá guardar na memória é "a figura do Papa Francisco na Praça S. Pedro, a rezar sozinho, na fase pascal". Sobre o futuro no mundo pós-Covid-19, a bastonária dos farmacêuticos admite que será "um desafio" que terá de ser encarado com "compromisso e confiança".

Tempos que marcam

Gonçalo Diniz: "A covid-19 vai mudar as relações entre as pessoas" e a forma como exprimem as emoções

O ator considera que o período de confinamento "foi um período de Big Brother necessário" que exacerbou a forma como as pessoas viveram as emoções e a relação com a família. Gonçalo Diniz lamenta que a filha Vitória não venha a ter memórias muito definidas da vida quotidiana anterior à crise pandémica e destaca a importância de "pensar positivo" para enfrentar o futuro no mundo pós-covid-19.

Tempos que marcam

Francisco Ferreira: "Este é e deve ser um tempo de oportunidade"

O presidente da associação ambientalista ZERO considera que devemos aproveitar este tempo de crise pandémica e as alterações que provocou no nosso dia-a-dia para criar uma nova forma de viver, mais próxima dos outros e mais sustentável. Para o professor universitário "a pandemia deu-nos uma ideia de uma emergência de saúde" que poderá estender-se por "um ou dois anos", mas a "emergência climática é muito, muito mais dramática".

Tempos que marcam

Katty Xiomara: o desejo de que a covid-19 seja a mais efémera das modas

Já em fevereiro Katty Xiomara percebeu que este seria um ano atípico, ao notar que a performance dos showrooms de Tóquio, Hong Kong e Milão estava "próxima de zero". Mal o estado de emergência se impôs, o confinamento não foi um óbice para a criatividade desta designer de moda. "O facto de viver e trabalhar no mesmo espaço ajudou muito." Mas os efeitos da paragem no negócio são impossíveis de negligenciar e a criadora prevê um "hiato de um ano e meio a dois anos", num percurso que se avizinha "difícil". No meio do ruído que terá sido feito por muitas marcas nesta fase, Katty Xiomara destaca a atitude de marcas como a Porto Editora que, não fazendo grande publicidade nesta fase, optaram antes por ajudar as famílias com a disponibilização gratuita do acesso à plataforma de ensino e aprendizagem da Escola Virtual. O presente não alimenta grandes expectativas, mas Katty Xiomara espera que este "grande acontecimento" seja catalisador para mudanças positivas ao nível social e político.

COVID-19

Guilherme Duarte: "O que vai ficar é a ingenuidade de pensarmos que isto ia mudar alguma coisa"

O humorista considera que a crise pandémica que atravessamos se caracteriza pela incerteza desta "nova normalidade". Em termos profissionais Guilherme Duarte destaca o impacto negativo da impossibilidade de realizar espetáculos ao vivo e considera que a memória que irá perdurar é a ingenuidade com que acreditámos que tudo poderia vir a ser diferente. Para o humorista, as consequências da pandemia - quer em termos de saúde pública, quer em termos económicos - ainda se vão fazer sentir no futuro próximo.

Tempos que marcam

Miguel Salema Garção: "Nenhuma pessoa, nenhuma marca será a mesma depois desta pandemia"

Os CTT foram uma das empresas que estiveram na linha da frente durante o confinamento e esse foi um dos desafios desse período para Miguel Salema Garção. O Diretor de Comunicação, Sustentabilidade e Marketing dos CTT destaca a necessidade de afastamento físico dos mais velhos como uma das memórias que irá reter desta crise pandémica. Em relação ao futuro pós-Covid-19, Miguel Salema Garção defende a necessidade de criar um mundo mais sustentável e amigo do ambiente para as futuras gerações.

Tempos que marcam

Liliana Tavares. Os olhares que marcam na linha da frente

TEMPOS QUE MARCAM. Na linha da frente do serviço de doenças infecciosas do Hospital de São João, Liliana Tavares foi um dos rostos escondidos por trás de cogulas, máscaras e óculos, protegida por uma espécie de escafandro contra o Covid19. Neste mergulho pelos tempos que vivemos vem à tona o que marca: a incerteza, a esperança e a entrega total a uma luta sem tréguas contra o vírus. Para ela, a "Glovo" e a "Uber Eats" são as marcas que se destacam num tempo onde o confinamento foi incontornável. Este vídeo faz parte de uma nova série , às terças e sextas no DN.

25 de Abril

O dia em que o 25 de Abril passou da Avenida para as janelas

É o grande momento de celebração do 25 de Abril: a Avenida da Liberdade, em Lisboa, enche-se de milhares de pessoas a celebrar a data da revolução. Este ano, numa imagem inédita, a avenida continuou entregue aos poucos carros que passavam, sem vislumbre de ajuntamentos. Mas houve quem não dispensasse a celebração, mesmo que individual. Desta feita, a festa fez-se à janela e à varanda, a cantar, a tocar ou simplesmente a ver.