economia do mar

Rosália Amorim

Dia Mundial dos Oceanos ou das promessas por cumprir?

O mundo gosta de falar e, acima de tudo, de se fazer ouvir. Criam-se grandes narrativas, enchem-se plateias, discute-se muito, gastam-se quilos de papel em diagnóstico, mas na hora H pouco ou nada é feito. É assim em várias áreas sociais, políticas e económicas e em matéria de defesa dos Oceanos não tem sido exceção. Este ano, desejamos todos que o dia 8 seja assinalado de forma diferente e que a Conferência dos Oceanos das Nações Unidas, que se realiza em Lisboa, no final deste mês, seja mais do que um grande encontro de palestrantes, decisores e opinion makers. As decisões ao nível político e económico urgem.