Cimpor

Faria de Oliveira

"Para a CGD, a OPA à Cimpor é uma operação razoável"

"O objetivo do acordo com a Votorantim era manter a unidade da Cimpor e saída teria de ter como contrapartida um equílibrio entre saída e entrada de ativos. Neste momento, o que se pode dizer é que os ativos que entram têm uma forte procura no mercado do cimento. Não se pode dizer, à partida, que esta operação é desfavorável para a Cimpor. Pode haver ativos que entrem que sejam melhores do que os que saem", afirmou o presidente do conselho de administração da CGD, Faria de Oliveira, que está a ser ouvido na comissão de economia sobre a OPA à Cimpor.