Carlos Rosa

Carlos Rosa

Load aspas aspas enter: os falhanços também fazem parte da história!

Conta-se que John F. Kennedy desmontou a palavra "crise" e constatou que na língua chinesa é composta por apenas dois ideogramas - um representa o perigo, o outro oportunidade. Kennedy pode não ter sido inteiramente correto na sua tradução ideográfica, mas o sentimento é esse mesmo: quando confrontados com uma crise, esta apresenta-se sempre em dois caminhos, ou seja, é uma escolha. E isto é particularmente verdade hoje.

Carlos Rosa

O algoritmo do olhar

O conflito entre o ser humano e as máquinas no cinema remonta há quase cem anos. Metropolis (1927), de Fritz Lang, aborda essa temática e é capaz de ser o filme de sci-fi mais influente de sempre. Arrisco a dizer que Metropolis será talvez o ponto de partida para as distopias adivinhatórias, que se materializam primeiro na literatura e no cinema. Será talvez também o ponto de partida para a convenção de um algoritmo social e moral, que ganha relevância em filmes como Blade Runner (1982 e 2017), A.I. (2001), Os Substitutos (2009) e Her (2013).

Carlos Rosa

Como explicar a humanidade para o resto do universo?

Há quase 50 anos, o jornalista Eric Burgess estava a fazer uma visita a uma companhia aeroespacial aquando do lançamento da Pioneer 10, para aquela que seria a primeira expedição exploratória do espaço interestelar, e depara-se com uma ansiedade que se transforma numa ideia genial: e se houver a possibilidade de encontrar vida extraterrestre, como comunicar? Como falar com estes "indivíduos"? Porque não levar uma mensagem da vida na Terra para a vida inteligente fora dela?

Opinião

Walkman: há 40 anos a música rebobinava-se com uma caneta!

Há 40 anos eu tinha... acabado de nascer! Esperei por isso cerca de 13, talvez 14 anos, para ter o meu primeiro Walkman, um dos produtos de maior sucesso da Sony. Surgia assim uma nova forma de apreciar música de alta qualidade, em qualquer lado, em qualquer momento. E não sou eu que digo, era a própria Sony que usava e abusava desta frase para promover o seu Walkman, que vendeu nada mais nada menos que 400 milhões de unidades em todo o mundo.