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Um treinador de ténis no cabo da raquete

Na primeira página de "Open", a autobiografia de Andre Agassi e um dos melhores livros jamais escritos sobre desporto, o tenista norte-americano escreve: "Sou um homem jovem, relativamente falando. Tenho 36 anos. Mas acordo como se tivesse 96. Após três décadas de corridas, paragens súbitas, saltos altos e quedas duras, já não sinto o meu corpo como se fosse o meu corpo, principalmente de manhã. Por conseguinte, a minha mente não se sente como se fosse a minha mente (...) Jogo ténis como modo de vida, apesar de odiar o ténis. Odeio-o com uma paixão obscura e secreta, e sempre foi assim." A descrição feita pelo vencedor de oito torneios do Grand Slam e um dos melhores jogadores de todos os tempos ilustra na perfeição o nível de exigência e a obsessão que o ténis gera entre aqueles que o praticam. Obviamente, nem todos o odeiam com a intensidade de Agassi, que foi obrigado pelo pai desde muito novo a bater milhares e milhares de bolas no court da sua casa. Porém, qualquer pessoa que tenha empunhado uma raquete com a intenção de jogar decentemente conhecerá bem as contrariedades, as horas de treino, as repetições de movimentos e até os golpes que surgem em sonhos para prolongar o martírio. Por isso, não admira que o ténis tenha sido, desde sempre, um dos desportos mais recetivos à inclusão da tecnologia na sua prática. Fê-lo desde muito cedo para melhorar os materiais das raquetes e das bolas, para tornar mais justas as decisões dos árbitros ou para otimizar o design do vestuário e do calçado dos jogadores.Um dos novos dispositivos que estão a ajudar os tenistas (profissionais e amadores) a melhorar o seu rendimento em campo é o Zepp Tennis Sensor. Trata-se de um sensor que é introduzido na raquete e que vai registando os seus movimentos, acumulando dados sobre a velocidade, as rotações, a posição ou a superfície com a qual se golpeia a bola. Todos estes dados são enviados para uma aplicação móvel que os analisa em tempo real e disponibiliza estatísticas e recomendações para melhorar o rendimento. Para saber como funciona e comprovar a sua eficácia, Maldo, o nosso especialista em desporto, foi visitar Sergio Casal, um grande campeão de Roland Garros e do US Open (onde jogou a pares com Emilio Sánchez Vicario), e atreveu-se a desafiá-lo para uns jogos.Entrevista e edição: Pedro García Campos | David GiraldoTexto: José L. Álvarez Cedena

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Um treinador de ténis no cabo da raquete

Na primeira página de "Open", a autobiografia de Andre Agassi e um dos melhores livros jamais escritos sobre desporto, o tenista norte-americano escreve: "Sou um homem jovem, relativamente falando. Tenho 36 anos. Mas acordo como se tivesse 96. Após três décadas de corridas, paragens súbitas, saltos altos e quedas duras, já não sinto o meu corpo como se fosse o meu corpo, principalmente de manhã. Por conseguinte, a minha mente não se sente como se fosse a minha mente (...) Jogo ténis como modo de vida, apesar de odiar o ténis. Odeio-o com uma paixão obscura e secreta, e sempre foi assim." A descrição feita pelo vencedor de oito torneios do Grand Slam e um dos melhores jogadores de todos os tempos ilustra na perfeição o nível de exigência e a obsessão que o ténis gera entre aqueles que o praticam. Obviamente, nem todos o odeiam com a intensidade de Agassi, que foi obrigado pelo pai desde muito novo a bater milhares e milhares de bolas no court da sua casa. Porém, qualquer pessoa que tenha empunhado uma raquete com a intenção de jogar decentemente conhecerá bem as contrariedades, as horas de treino, as repetições de movimentos e até os golpes que surgem em sonhos para prolongar o martírio. Por isso, não admira que o ténis tenha sido, desde sempre, um dos desportos mais recetivos à inclusão da tecnologia na sua prática. Fê-lo desde muito cedo para melhorar os materiais das raquetes e das bolas, para tornar mais justas as decisões dos árbitros ou para otimizar o design do vestuário e do calçado dos jogadores.Um dos novos dispositivos que estão a ajudar os tenistas (profissionais e amadores) a melhorar o seu rendimento em campo é o Zepp Tennis Sensor. Trata-se de um sensor que é introduzido na raquete e que vai registando os seus movimentos, acumulando dados sobre a velocidade, as rotações, a posição ou a superfície com a qual se golpeia a bola. Todos estes dados são enviados para uma aplicação móvel que os analisa em tempo real e disponibiliza estatísticas e recomendações para melhorar o rendimento. Para saber como funciona e comprovar a sua eficácia, Maldo, o nosso especialista em desporto, foi visitar Sergio Casal, um grande campeão de Roland Garros e do US Open (onde jogou a pares com Emilio Sánchez Vicario), e atreveu-se a desafiá-lo para uns jogos.Entrevista e edição: Pedro García Campos | David GiraldoTexto: José L. Álvarez Cedena

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Um treinador de ténis no cabo da raquete

Na primeira página de "Open", a autobiografia de Andre Agassi e um dos melhores livros jamais escritos sobre desporto, o tenista norte-americano escreve: "Sou um homem jovem, relativamente falando. Tenho 36 anos. Mas acordo como se tivesse 96. Após três décadas de corridas, paragens súbitas, saltos altos e quedas duras, já não sinto o meu corpo como se fosse o meu corpo, principalmente de manhã. Por conseguinte, a minha mente não se sente como se fosse a minha mente (...) Jogo ténis como modo de vida, apesar de odiar o ténis. Odeio-o com uma paixão obscura e secreta, e sempre foi assim." A descrição feita pelo vencedor de oito torneios do Grand Slam e um dos melhores jogadores de todos os tempos ilustra na perfeição o nível de exigência e a obsessão que o ténis gera entre aqueles que o praticam. Obviamente, nem todos o odeiam com a intensidade de Agassi, que foi obrigado pelo pai desde muito novo a bater milhares e milhares de bolas no court da sua casa. Porém, qualquer pessoa que tenha empunhado uma raquete com a intenção de jogar decentemente conhecerá bem as contrariedades, as horas de treino, as repetições de movimentos e até os golpes que surgem em sonhos para prolongar o martírio. Por isso, não admira que o ténis tenha sido, desde sempre, um dos desportos mais recetivos à inclusão da tecnologia na sua prática. Fê-lo desde muito cedo para melhorar os materiais das raquetes e das bolas, para tornar mais justas as decisões dos árbitros ou para otimizar o design do vestuário e do calçado dos jogadores.Um dos novos dispositivos que estão a ajudar os tenistas (profissionais e amadores) a melhorar o seu rendimento em campo é o Zepp Tennis Sensor. Trata-se de um sensor que é introduzido na raquete e que vai registando os seus movimentos, acumulando dados sobre a velocidade, as rotações, a posição ou a superfície com a qual se golpeia a bola. Todos estes dados são enviados para uma aplicação móvel que os analisa em tempo real e disponibiliza estatísticas e recomendações para melhorar o rendimento. Para saber como funciona e comprovar a sua eficácia, Maldo, o nosso especialista em desporto, foi visitar Sergio Casal, um grande campeão de Roland Garros e do US Open (onde jogou a pares com Emilio Sánchez Vicario), e atreveu-se a desafiá-lo para uns jogos.Entrevista e edição: Pedro García Campos | David GiraldoTexto: José L. Álvarez Cedena

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A app que ajuda a cozinhar o bife perfeito

Larry Olmsted, crítico gastronómico da Forbes e autor do bestseller "Real Food, Fake Food", descreveu com entusiasmo numa das suas colunas a sua visita à Casa Julián, em Tolosa: "O ambiente e a experiência de comer na Casa Julián são inigualáveis: é como comer na casa medieval de um amigo próximo que, por acaso, é um cozinheiro de carne de primeira classe que tem o seu próprio gado". O elogio, embora de grande relevância por vir de tão longe e ser publicado numa revista tão prestigiada, não surpreendeu Matías Gorrotxategui, uma vez que tem vindo a colecionar comentários positivos há quatro décadas, desde que ficou à frente da Casa Julián a pedido do seu amigo Julián Rivas, fundador do negócio. O restaurante de Tolosa, agora também com representações em Madrid, popularizou a costela de boi, um tipo de carne que mal se consumia anteriormente e que fez dos pimentos de "piquillo" um prato comum nas churrasqueiras, quando antes só se comia em casa. Carne excelente, tradição e amor pelo trabalho bem feito foram os três pilares sobre os quais a Casa Julián construiu o seu prestígio e se projeta para o futuro, visto que os três filhos de Matías dão continuidade com paixão à carreira do pai.Esse futuro pode passar, tal como acontece em tantos outros setores e, cada vez mais na gastronomia, pela aplicação da tecnologia. E, embora Matías Gorrotxategui garanta com espantosa sinceridade que não "faz ideia" da temperatura com que a sua carne sai da grelha, é óbvio que há graus e um ponto de cozedura preciso que lhe atribuem a qualidade que o tornou mundialmente famoso. Johan Wald viajou até Tolosa para mostrar a este mestre das carnes que, entre as paredes de madeira do seu assador e as estantes que testemunharam décadas e décadas de boa comida, também há lugar para as aplicações móveis. Como é lógico, não há termómetro que se possa comparar à sabedoria de muitas horas à frente do lume, mas os resultados não ficam atrás. E, embora seja com ajuda, estas aplicações poderão auxiliar os aspirantes a gourmets a cozinhar uma costela de boi como se tivessem sido ensinados pelo próprio Matías Gorrotxategui.Entrevista e edição: Pedro García Campos | Noelia Núñez | David GiraldoTexto: José L. Álvarez Cedena

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