Está de regresso o nobel dos professores

O Global Teacher Prize Portugal volta para a sua 4ª edição e bate recorde de inscrições

O prémio promovido pela Fundação Varkey quer valorizar a educação e os professores. O seu fundador, Sunny Varkey, é um imigrante indiano, filho de professores e viu neste prémio a possibilidade de entregar um "Nobel" aos professores e mostrar como são importantes para a sociedade.

O prémio foi criado à imagem do famoso Nobel de modo a colocar a educação no mesmo nível de importância de um Nobel da Literatura ou da Paz.

Esta distinção não procura o melhor professor de Portugal, visa encontrar docentes inspiradores, escolhidos por uma organização representativa da sociedade civil e que os motiva a partilhar as suas histórias e enriquecer-se junto de outros profissionais.

Tanto os finalistas como os não finalistas são distinguidos pela organização, tornando-se exemplos para a restante comunidade educativa.

Os professores apresentam candidaturas espontâneas ou podem entrar na competição através de recomendação de alunos, pais, amigos ou colegas. O prémio em questão é de 30 mil euros

O presidente do júri, Afonso Mendonça Reis, considera que são importantes estas distinções, pois é uma forma de revelar os professores extraordinários que "fazem um trabalho incrível, às vezes com condições adversas, e superam-se tudo e mais um par de botas".

O júri inclui ainda a cientista Elvira Fortunato, que é a presidente honorária do mesmo, o professor Pedro Carneiro e a jornalista Sofia Barciela. Todos os elementos do júri são voluntários e não estão diretamente ligados à educação.

Para o ano vai haver novidades. A edição de 2022 espera contar com uma representação dos alunos, numa parceria com o Ministério da Educação. As candidaturas para a edição de 2021 já estão fechadas e o presidente do júri diz ao DN que este vai ser o melhor ano das três edições já realizadas. S.S.

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