Um morto e 330 infetados desde ontem. Internamentos aumentam

A única morte por covid registada nas últimas 24 horas ocorreu no Algarve. A região Norte é aquela que registam mais novos infetados, 160, segundo o boletim de hoje da DGS

Um morto vítimas de covid-19 e 330 novos infetados foram registados nas últimas 24 horas, segundo o boletim emitido hoje pela DGS.

Estão 311 pessoas internadas (mais nove do que ontem), 85 das quais em unidades de cuidados intensivos (mais um do que ontem).

Nas últimas semanas a tendência tinha sido inversa, com a pressão sobre o SNS a diminuir, pela redução do número de internados. Também é negativo o saldo entre o número de novos infetados (330) e pessoas recuperadas (+244) - ou seja, nas últimas 24 horas a pandemia cresceu em Portugal.

.A região Norte foi a que registou maior número de novos infetados (160). Seguem-se Lisboa e Vale do Tejo (+76), a Região Centro (+37), depois a Madeira (+24), a Madeira e o Algarve (ambas com mais 14 infetados) e por último o Alentejo (+5).

O relatório da DGS indica que Portugal já registou desde o início da pandemia 837 277 diagnósticos de covid-19 e 16 977 óbitos

Bombeiros vacinados

O ministro da Administração Interna anunciou que 17 mil bombeiros irão receber "dentro de poucos dias" a segunda dose da imunização contra a covid-19.

"Em fevereiro cerca de 17 mil bombeiros receberam a [primeira toma da] vacina da AstraZeneca - antes de qualquer membro do Governo, o que foi justíssimo - e esses começarão dentro de poucos dias a receber a segunda dose", começou por referir Eduardo Cabrita, em Santa Maria da Feira, à margem das comemorações do centenário da corporação local, sábado à noite.

Além deste grupo, o ministro referiu-se depois a nove mil bombeiros que, identificados pelas respetivas associações, foram incorporados no plano e também já receberam a primeira dose da vacina.

Realçando que esses agentes da Proteção Civil representam "a primeira função essencial do Estado a ser vacinada", o governante afirmou que os bombeiros continuam a ser "prioritários" no calendário nacional de vacinação e que o agendamento das respetivas imunizações contra o vírus SARS-CoV-2 está a ter em conta o próprio calendário da atividade das corporações em que trabalham.

O processo envolve, por isso, uma "estreita articulação com a Liga dos Bombeiros Portugueses", já "para garantir que, no início da fase normalmente mais crítica do combate a incêndios, todos terão pelo menos a primeira dose tomada".

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