A felicidade da 'vítima' quando vê quem a vai salvar

Profissionais de saúde aproveitam o Mundial de Trauma e Salvamento para 'analisar' as vítimas

Marina Ferreira tem 23 anos, é enfermeira no serviço de urgência do Hospital de Cascais e assustou-se quando, ao estar presa dentro de um carro, viu a cabeça de um socorrista invadir o espaço exíguo em que se encontrava. Depois, apercebeu-se de que seria reconfortante, caso ficasse ferida e encarcerada na sequência de um acidente rodoviário, ter alguém consigo enquanto, em seu redor, cortavam o automóvel para poder resgatá-la nas melhores condições possíveis.

Este é apenas um exemplo de como desempenhar, literalmente, o papel de vítima no Campeonato do Mundo de Trauma e Salvamento, que decorre até domingo em Lisboa, pode ser útil para profissionais de saúde que trabalhem, mais ou menos diretamente, com vítimas de situações inesperadas. Ao todo, são cerca de 40 os médicos, enfermeiros e bombeiros que dão o "corpo ao manifesto" para que os seus colegas de todo o mundo consigam provar que são os melhores a desencarcerar ou a prestar cuidados médicos imediatos.

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