Paulo Vistas é mesmo padrinho do juiz que chumbou Isaltino

A certidão de casamento do juiz que chumbou a candidatura de Isaltino Morais revela indubitavelmente que Paulo Vistas foi sua testemunha (vulgo: padrinho).

O documento, a que o DN teve acesso, revela que Nuno Filipe Tomás Cardoso, então com 33 anos, casou com Catarina Isabel Madeira da Conceição Nunes, de 35 anos, em 13 de junho de 2009.

O "assento de casamento nº 280 do ano de 2009", passado alguns dias depois (18 de junho), identifica como testemunhas "Paulo César Sanches Casinhas da Silva Vistas" e uma mulher.

A cerimónia do casamento, católico e "sem convenção antenupcial", teve lugar na Igreja Nossa Senhora da Saúde da Penha Longa, em Sintra, e foi celebrado pelo padre Carlos Manuel Fernandes Gonçalves.

Nuno Tomás Cardoso - que já tinha em 2013 chumbado a candidatura de Isaltino a presidente da Assembleia Municipal de Oeiras - chumbou a atual candidatura dizendo que "as declarações de proposituras apresentadas não identificam em qualquer local do seu texto os cidadãos candidatos que integram a lista".

O prazo para Isaltino reclamar da decisão - dirigida ao tribunal que a proferiu - termina amanhã. Depois o tribunal terá dez dias para decidir. A seguir, se a reclamação for indiferida, o candidato poderá avançar para o Tribunal Constitucional

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