Viagem expedicionária em torno do lugar da cultura

Do ministro da Cultura cabo-verdiano Mário Lúcio ao economista Tomás Sedláccek: no CCB procurou-se onde paira a cultura

Lucas, de cinco anos, desenha no seu caderno Esther Mucznik, vice--presidente da comunidade israelita em Portugal, junto ao sheik David Munir, imã da Mesquita Central de Lisboa. Está sentado numa cadeira do grande auditório do CCB, em Lisboa. Depois para: "Vou ouvir um bocadinho o que a senhora está a dizer." A "senhora" falava para uma plateia que ali estava ontem para o colóquio O Lugar da Cultura, Modelos de Desenvolvimento para o Século XXI. E era na demanda por esse lugar que Mucznik e Munir se sentavam com D. Carlos Azevedo, delegado do Conselho Pontifício para a Cultura no Vaticano, reunindo o ângulo de visão das três religiões.

Por essa hora, já o dia, que despertou em Belém com a música do percussionista e chefe de orquestra Pedro Carneiro, ia a metade. Já tínhamos ouvido o secretário de Estado da Cultura Jorge Barreto Xavier, autor da iniciativa O Lugar da Cultura que começou ontem e se estende até quarta-feira. Com Guilherme d"Oliveira Martins e Enrique Barón Crespo, antigo presidente do Parlamento europeu, tínhamos recordado o ano de 1998 , quando o violinista e maestro Yehudi Menuhin visitou a escola n.º1 de Algés, onde foi implementado o seu projeto de diálogo intercultural MUS-E.

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