Trabalhadores da Raríssimas pedem suspensão da diretora-geral em abaixo-assinado

Abaixo-assinado visa evitar que Paula Brito e Costa se apresente ao trabalho na próxima segunda-feira

Os trabalhadores da Raríssimas - através de um documento assinado por 90 dos 200 funcionários da instituição - pediram ao governo a "suspensão imediata" de Paula Brito e Costa das funções de diretora-geral, por considerarem que "a manutenção do cargo não é admissível à luz dos factos" que têm vindo a ser divulgados sobre a gestão que esta fazia. O abaixo-assinado foi lido esta tarde por uma funcionária da associação.

Paula Brito e Costa já se tinha demitido do cargo de presidente da Raríssimas, na sequência de uma reportagem da TVI que denunciou uma série de práticas suspeitas, nomeadamente despesas realizadas com verbas da organização e remunerações auferidas. No entanto, manteve-se no cargo de diretora-geral, avisando que não tencionava abandonar essas funções sem compensação.

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