Suicídios levam PSP a contratar mais psicólogos

Diretor nacional decidiu medida depois de reunião com sindicatos. Este ano já houve sete suicídios na PSP e cinco na GNR

Perante um ano negro em matéria de suicídios nas forças de segurança - 12 mortes autoprovocadas em 2015, sete na PSP e cinco na GNR - o diretor nacional da PSP, Luís Farinha, decidiu contratar mais psicólogos e psiquiatras para o Gabinete de Psicologia da polícia. Esta foi a principal medida que resultou da reunião, ontem, entre o diretor nacional e os dez sindicatos da PSP.

O Ministério da Administração Interna anunciou também a revisão do Plano de Prevenção do Suicídio nas Forças de Segurança, depois de reuniões de trabalho que teve com o comandante geral da GNR e o diretor nacional da PSP sobre as ocorrências de suicídio nas polícias este ano.

No caso da PSP, em concreto, o gabinete de Psicologia da Direção Nacional da polícia assegura mais de 8000 consultas por ano, segundo dados já divulgados na imprensa. Poderá vir então a ter condições de assegurar ainda mais consultas, com a contratação de mais profissionais. Segundo apurou o DN com fontes sindicais, o superintendente chefe Luís Farinha equacionou a hipótese de se fazer um recrutamento interno para ter mais psicólogos ao serviço, uma vez que muitos agentes da PSP são licenciados e têm mestrados e doutoramentos em Psicologia.

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