Sementes sejam bem-vindas aos nossos pratos. Mas atenção à dose

Chia, goji, quinoa ou cânhamo são as mais recentes novidades nas refeições dos portugueses. As sementes ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares.

São saudáveis e têm efeitos positivos na saúde. Disso ninguém duvida, mas atenção à forma como consome sementes no seu dia-a-dia. Quantidades erradas podem ter o efeito contrário ao pretendido.

As sementes entraram na nossa alimentação como superalimentos que fazem bem a quase tudo. "Sim, é verdade elas são ricas em fibras, vitaminas, minerais, proteínas e gordura, essencialmente insaturada, magnésio, fósforo e vitaminas do complexo B", aponta a nutricionista Alexandra Bento. Logo têm benefícios na prevenção de doenças cardiovasculares, da diabetes e da obesidade. Também ajudam na perda de peso.

Adicionar sementes de chia, goji, girassol, cânhamo, abóbora ou linhaça a saladas, iogurtes, sobremesas ou até a um snack, misturadas com oleaginosas como amêndoas ou avelãs, é uma boa maneira de comer sementes, exemplifica a nutricionista Andreia Velez. Sem, no entanto, deixar de chamar a atenção para a necessidade de encarar os "benefícios das sementes individualmente".

Uma das sementes mais famosas do momento é também uma das que exigem mais atenção. "A sementes de chia são das que têm mais antinutrientes [impedem a absorção de nutrientes] e das que mais agridem o intestino", alerta Andreia Velez, que dá aconselhamento no Centro Pré e Pós-Parto, em Lisboa. E além dos perigos desta semente, em todas é preciso ter em atenção "a ingestão exagerada, algumas pessoas com problemas intestinais devem ter cuidado com o tipo e a quantidade de sementes que comem, pois podem também interferir com o efeito de medicamentos. É preciso alguma atenção".

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