Rui Pedro Soares quer ser assistente no processo

Ex-administrador da Portugal Telecom avançou com pedido para a constituição como assistente, que tem como função "auxiliar" o Ministério Público.

De arguido da procuradora Teresa Almeida no caso Taguspark, Rui Pedro Soares, antigo administrador da PT, avançou com um pedido para a constituição como assistente - "auxiliar" do Ministério Público - no chamado "caso das secretas", que está nas mãos da mesma procuradora que o acusou de corrupção passiva.

Contactado pelo DN, Rui Pedro Soares apenas confirmou que deu entrada com o requerimento. O qual será aceite, uma vez que um dos crimes em causa no processo, o de corrupção, permite a constituição como assistente de qualquer pessoa e o prazo para tal apenas caduca a cinco dias do debate instrutório (algo que está longe de acontecer).

No processo das secretas foram acusados Jorge Silva Carvalho, ex-diretor do Serviço de Informações Estratégicas e Defesa (SIED), Nuno Vasconcellos, presidente do grupo Ongoing, e João Luís, antigo diretor operacional do SIED.

O caso já tem três assistentes: Bárbara Reis, diretora do jornal Público, Nuno Simas, antigo jornalista do jornal e que terá sido vítima de espionagem, e António José Vilela, jornalista da revista Sábado.

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