Rangel defende CCDR na orgânica do Governo

O candidato à liderança do PSD propõe o regresso a um Ministério do Planeamento para garantir  a "coesão nacional"

Paulo Rangel vai defender hoje, na conferência organizada hoje, em Lisboa, pelo Diário Económico e em que participam os seus rivais na corrida à liderança do PSD, a atribuição do estatuto de secretários de Estado aos presidentes das cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR).

Neste novo "modelo de coesão territorial", gerido a partir do centro, as comissões ficariam integradas num novo Ministério do Planeamento.

O candidato à sucessão de Manuela Ferreira Leite considera que a integração dos os presidentes das CCDR no governo darão às comissões "o relevo e a capacidade de articular transversalmente, no espaço regional, as políticas do Governo e serão, embaixadores naturais das suas regiões junto do poder".

A criação deste Ministério do Planeamento permitirá, segundo adianta Paulo Rangel, a "articulação espacial, temporal e transversal de políticas". E evitar medidas "desgarradas como as tomadas por José Sócrates de encerrar instalações educativas, de saúde e de segurança".

No sábado, a Plataforma Construir Ideias, criada por Pedro Passos Coelho há dois anos, reúne num hotel de Lisboa um conjunto de independentes que vão debater ideias com o candidato à liderança do PSD.

Estão já confirmadas as presenças, entre outros, de Simone de Oliveira, Filipe Soares Franco, Pedro Marques Lopes, Luísa Castel--Branco, Francisco José Viegas e Joana Pascoal.

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