PS diz que ninguém pode ficar à porta de hospitais

Socialistas rejeitam que "hospitais centrais universitários" e "de fim de linha" não recebam doentes "por motivos orçamentais". "Serviço Nacional de Saúde é um só", diz Álvaro Beleza

À margem das Jornadas Parlamentares do PS, que decorrem na Nazaré, o secretário nacional socialista Álvaro Beleza afirmou que "ninguém pode ficar à porta de um hospital público", na sequência da notícia avançada esta terça-feira pelo DN de que três dos maiores hospitais do País - Centro Hospitalar Lisboa Central, Santa Maria e São João - deixaram de aceitar doentes fora da sua área de residência, por restrições orçamentais e para responderem às listas de espera.

"Os hospitais centrais universitários são hospitais de fim de linha" (que recebem doentes cujas patologias não podem ser tratadas noutros), notou Álvaro Beleza, que defendeu que estes hospitais pelas suas características não podem fechar as "portas" aos hospitais distritais e não recebam doentes "por motivos orçamentais".

"O Serviço Nacional de Saúde é um só", completou o dirigente socialista, sublinhando que os portugueses pagam impostos para terem "um acesso universal" a esse serviço.

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