"Precisa de certificação do FMI para se afirmar?"

Foi o quarto 'take' da resposta a Passos Coelho, que, na segunda-feira, alegou que UE e FMI contam com mudança de Governo em Portugal. E mais uma farpa ao caso Novas Oportunidades.

"O dr. Passos Coelho tem o desplante de dizer que a troika prefere que ele governe? Então acha que precisa do beneplácito, de uma espécie de certificação de competências do FMI, para se afirmar como líder político? Então um líder político afirma: 'o fmi gosta mais de mim, portanto vocês têm que votar em mim'?".

Com esta pergunta, retórica, Sócrates voltou esta noite ao tema do dia de campanha. E voltou a elencar o modo como quer aplicar o acordo da troika - suave - por oposição ao proposto pelo PSD.

Depois, num comício noite fora em Leiria, Sócrates pediu que o comparassem com Passos, no que respeita à atitude, mas também ao currículo ("talvez não fosse mau que dissessem a obra que fizeram. E era bom que comparássemos").

A caminho, falou de uma conversa que teve quando seguia até à cidade do Liz: "Quando vinha para Leiria, quando parei numa bomba da Galp, dirigiu-se a mim uma senhora, chamada Arminda Lourenço, que estava desempregada, inscreveu-se nas Novas Oportunidades, tirou o 9º ano. É hoje a melhor vendedora da Galp do país. Quero dizer à Arminda Lourenço que temos orgulho no seu trabalho" - uma nova farpa ao líder do PSD, que falou no início da campanha na "certificação da incompetência".

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