Portas quer cortar um quarto do RSI

O partido de Paulo Portas quer cortar um quarto das verbas destinadas ao rendimento social de inserção (RSI) para as aplicar num aumento extraordinário das pensões mínimas e sociais. A medida constará do programa eleitoral do partido e vem de encontro à posição que ontem voltou a ser expressa por Portas sobre o RSI - subsídio que qualificou como um "financiamento à preguiça".

Os centristas querem retirar cerca de 120 milhões de euros dos 490 milhões aplicados no RSI, defendendo que a atribuição deste valor às pensões permitiria beneficiar 900 mil pensionistas. O CDS promete também apertar a fiscalização, argumentando com uma percentagem de fraude de 21%.

Outra das medidas que integrará o programa eleitoral é a proposta de que o RSI não seja atribuído em dinheiro, mas parcialmente em géneros, como bens de primeira necessidade. E que a atribuição seja contratualizada com as instituições sociais, argumentando que estas têm um melhor conhecimento, no terreno, das situações de pobreza.

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