Polícias testam resposta a mega-acidente e tomada de reféns

A GNR vai testar esta manhã a coordenação entre todas as forças e serviços de segurança, militares e o sistema de socorro. O simulacro conta com 36 entidades e realiza-se no Complexo Ferroviário de Coina

É o primeiro exercício do género em Portugal, que envolve todas as polícias, bombeiros e autarquias locais, as Forças Armadas, INEM, Proteção Civil e as estruturas de transportes. Segundo explica a GNR, que organizou o simulacro, o "RAILEX17" "é um exercício real e tem como objetivo testar a capacidade de coordenação numa intervenção multidisciplinar de reação a um incidente ferroviário grave e complexo".

Este exercício provoca uma situação que, a acontecer, seria o pior dos cenários: em poucas horas acontece um mega acidente entre um comboio de passageiros e um camião de mercadorias, um a tomada de reféns no comboio de passageiros, envolvendo armas de fogo, explosivos e, como se não bastasse ainda vai haver um derrame de matérias perigosas de um outro comboio de mercadorias.

"A complexidade que envolve a resolução de qualquer incidente em ambiente ferroviário implica a intervenção conjugada de um elevado número de forças e serviços de segurança e de outras entidades com diferentes competências sendo, por isso, necessário garantir a devida articulação e interoperabilidade dos envolvidos, de forma a que a resposta seja coordenada, oportuna e eficaz", explica a GNR.

Para esta força de segurança "o exercício afigura-se como uma excelente oportunidade de treino para os participantes, que poderão testar e validar os planos de alerta de emergência, assim como os mecanismos de cooperação, articulação e cooperação, essenciais para a otimização dos recursos e, acima de tudo, determinantes para a eficácia na resposta operacional".

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