Parlamento atribui Prémio Direitos Humanos 2016 a Guterres

Galardão justificado "pelo trabalho desenvolvido na defesa dos direitos humanos", sobretudo como alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados

António Guterres foi galardoado com o Prémio Direitos Humanos 2016, atribuído pelo Parlamento, segundo uma decisão divulgada pelo gabinete do presidente da Assembleia da República, Eduardo Ferro Rodrigues.

Este prémio para o novo secretário-geral das Nações Unidas é justificado "pelo trabalho desenvolvido na defesa dos direitos humanos, nomeadamente no desempenho das funções de alto comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), entre 2005 e 2015".

Segundo Ferro Rodrigues, que se congratulou na nota enviada ao DN "pela decisão hoje tomada pela Assembleia da República", numa deliberação "por unanimidade", "o desempenho de António Guterres como ACNUR é merecedor dos mais rasgados elogios". O antigo primeiro-ministro português, concluiu o presidente do Parlamento, "é o homem certo, no tempo certo, no lugar certo".

O júri tinha um deputado de todas as bancadas, membros da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias: os socialistas Pedro Bacelar Vasconcelos (como presidente da comissão) e Filipe Neto Brandão, o social-democrata José Matos Correia, a bloquista Sandra Cunha, o centrista Telmo Correia, o comunista António Filipe e o ecologista José Luís Ferreira.

De acordo com a nota, o prémio será entregue oportunamente, em cerimónia incluída nas Comemorações do Dia Internacional dos Direitos Humanos.

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