O adeus emocionado ao homem que não queria lágrimas

O empresário Manuel Forjaz, que morreu ontem após luta contra o cancro, foi hoje a enterrar. Tal como pediu, ninguém se vestiu de preto. Conter as lágrimas é que foi mais difícil...

Manuel Forjaz morreu ontem de manhã "com fé profunda e sem sofrimento", "em casa no seu sofá", em Lisboa, vítima de cancro. E tinha deixado instruções para o seu velório e funeral: queria o caixão fechado, não queria ninguém vestido de preto e não queria lágrimas.

Esta última foi a mais difícil de cumprir, mas de resto as cerimónias fúnebres de Manuel Forjaz foram como ele pediu: simples e alegres. A missa, na Igreja da Encarnação, no Chiado, Lisboa, terminou com a música "Don't Stop Believing", dos Jorney", tal como ele queria.

O padre João Seabra, que o empresário e professor fazia questão de ter a celebrar as suas cerimónia fúnebres, fez uma homilia sobre a questão da morte e o seu mistério, tendo como ponto de partida precisamente aquilo que Manuel Forjaz pensava sobre o assunto: que a vida não termina aqui.

Após a missa, o corpo do empresário foi a enterrar no cemitério do Alto de São João.

Centenas de amigos marcaram presença para um último adeus, gente de todas as áreas, desde o ministro da Economia, Pires de Lima, à estilista Ana Salazar, passando pelos atores Fernanda Serrano, Maria Rueff, as apresentadoras Teresa Guilherme e Catarina Furtado ou o escritor Miguel Sousa Tavares.

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