Ministro quer Defesa mais solidária para reforçar relações com "países amigos"

José Azeredo Lopes declarou a necessidade de Portugal dever ser "mais solidário" no sentido de reforçar as relações bilaterais com a Comunidade de Países de Língua Portuguesa

O ministro da Defesa defendeu este domingo que Portugal deve ser mais solidário na área da defesa e assumir um papel de pacificador para reforçar as relações bilaterais com a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

"Somos e devemos ser mais solidários e mais competentes porquanto, ao afirmarmos e partilharmos com países amigos uma responsabilidade que, sendo nacional, é global, fortalecemos o relacionamento bilateral e a componente de defesa da CPLP", disse José Azeredo Lopes, durante a cerimónia do Dia da Marinha, em Peniche, no distrito de Leiria.

Para o governante, Portugal tem também um "dever pacificador", já que "é reconhecido o contributo de Portugal para a modernização e transformação das Forças Armadas dos países da CPLP".

A cooperação tem tornado Portugal num país "mais influente e mais solidário, como atestam os programas quadro com que temos vindo a estreitar relações com os países da CPLP de que Angola é um caso feliz e mais recente", afirmou.

Em Angola, país que visitou na última semana a convite do presidente angolano, João Lourenço, Azeredo Lopes pode "testemunhar a norte de Luanda o contributo decisivo e fundamental que a Marinha tem dado e vai continuar a dar na Escola de Fuzileiros Navais de Angola".

O chefe do Estado-Maior da Armada, António Mendes Calado, sublinhou que a Marinha salvou 1300 vidas de imigrantes no mar Mediterrâneo em 2017, no âmbito do programa de controlo das fronteiras externas da União Europeia e de combate à migração irregular.

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