Ministério vai analisar situação do banco público Lusorcord

O secretário de Estado da Saúde, Fernando Leal da Costa, disse hoje que o Governo vai determinar "quais são as reais carências" do Banco Público de Células Estaminais do Cordão Umbilical e, "em função disso, resolvê-las no imediato".

No início do mês a diretora do Banco Público de Células Estaminais do Cordão Umbilical, Helena Alves, anunciou que o Lusocord está em risco de parar as colheitas no final do mês se perder os últimos trabalhadores e não vir a situação financeira resolvida.

Questionado sobre esta questão, o secretário de Estado Adjunto e da Saúde explicou que "o Banco de Células de Cordão público vai passar a estar sobre a alçada do IPST - Instituto Português do Sangue e da Transplantação".

"Aquilo que nós vamos fazer é, por um lado, averiguar sobre as circunstâncias em que o banco de cordão tem estado a trabalhar, determinar quais são as reais carências e depois, em função disso, resolvê-las no imediato, de forma que, havendo necessidade de manter o mesmo nível de colheitas, elas se possam manter. Acima de tudo, garantindo que os produtos colhidos são internacionalmente úteis, que é a nossa grande questão", explicou.

Segundo Fernando Leal da Costa, "não se trata de ter um banco de cordão que sirva o país, trata-se de ter mais um banco de cordão com reputabilidade internacional".

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