Assis foi recebido com alguns assobios mas também aplausos

Carlos César encerrou os trabalhos do segundo dia do XXI congresso nacional do PS pouco antes das 23.00

O mais destacado crítico interno no PS da solução de esquerda que apoia o Governo liderado por António Costa explicou ao congresso que decidiu falar por lealdade ao partido. Francisco Assis ouviu alguns assobios mas também alguns aplausos.

Já o ex-primeiro-ministro e ex-líder do PS, António Guterres, foi saudado pelos congressistas de pé e ao som do grego Vangelis, com a banda sonora do filme "1492" que acompanhou os seus tempos de secretário-geral do PS. Dezasseis anos depois regressou a um congresso do partido.

De manhã, o presidente do Parlamento Europeu Martin Schulz foi um dos destaques. Depois de aplaudir o balanço positivo de seis de meses de Governo com apoio do BE e PCP, no discurso de António Costa que marcou a primeira noite, o 21.º Congresso do PS ouviu Schulz afirmar que é contra sanções a Portugal por causa do défice excessivo em 2015, numa intervenção durante a manhã.

Outro momento a marcar a manhã foi um debate sobre o socialismo democrático nos dias de hoje, com o social-democrata Pacheco Pereira a dizer que não veio "para dizer amabilidades". E não disse: fez um diagnóstico duro do quadro atual do socialismo em Portugal e na Europa - recebendo muitos aplausos.

Acompanhe aqui o congresso:

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