Meia centena protestam contra reorganização de urgências

Cerca de meia centena de pessoas estão concentradas, desde as 18 horas de hoje, em frente ao Ministério da Saúde, em protesto contra a reorganização das urgências na área da Grande Lisboa.

A Plataforma de Lisboa em Defesa do Serviço Nacional de Saúde, que organiza a iniciativa, junta comissões de utentes, sindicatos de profissionais de saúde, Sindicatos dos Trabalhadores da Função Pública e o Movimento Democrático das Mulheres.

"Urgências não servem para experiência economicista" e "Fechar urgências é ato criminoso" são algumas das frases colocadas em cartazes, que ilustram o protesto em frente è sede do Ministério da Saúde, em Lisboa.

Ana Amaral, da Plataforma, explicou aos jornalistas que esta ação visa, sobretudo, mostrar o descontentamento relativamente à reorganização das urgências na área da Grande Lisboa, que, segundo diz, vai prejudicar utentes e profissionais de saúde.

A Plataforma contesta ainda a ausência de estudos conhecidos que sustentem essa organização.

As urgências noturnas de Lisboa, das especialidades de Psiquiatria e Oftalmologia, vão passar a estar concentradas a partir de segunda-feira, nos hospitais de Santa Maria e de S. José.

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