Leucemia, células estaminais e divisão celular. Investigações premiadas com 20 mil euros

Prémio Pfizer são entregues hoje, a dois grupos de investigação do Instituto de Medicina Molecular (IMM), de Lisboa, e uma equipa do Instituto de Biologia Molecular e Celular (IBMC), do Porto.

João Taborda Barata liderou o grupo do IMM que ganhou o prémio na área da investigação clínica. Um namoro antigo que chegou ao gene CHK1, que deveria travar a multiplicação das células e funcionar como anti-tumoral mas que no caso da leucemia linfoblástica permite a sua produção.

Do grupo liderado por Henrique Veiga-Fernandes, também do IMM, saiu um dos trabalhos premiados na área da investigação básica. Uma nova solução para aumentar o número de células estaminais disponíveis no cordão umbilical. Especialmente relevante quando falamos em doentes adultos, já que o número de células que se conseguem recolher do cordão é reduzido e é preciso garantir a compatibilidade entre dador e recetor.

Foram cinco anos de trabalho que terminaram com a atribuição do prémio para investigação básica. Hélder Maiato líderou o grupo do IBMC que encontrou um novo posto de controlo que acompanha a divisão das células. Uma descoberta importante, sobretudo porque nenhum ponto de controlo é 100% eficaz e há erros na divisão de células que provocam doenças.

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