Estão longe do topo mas são uma elite: escolas que superam as expectativas

Há escolas que trabalham com alunos com dificuldades socioeconómicas e que conseguem ainda assim melhorar resultados.

O que têm em comum, para além de integrarem todos a rede pública, os agrupamentos de escolas de Alcochete, Alcaide de Faria (Barcelos), Campo Aberto (Póvoa de Varzim) e Francisco Simões (Almada)? Olhando para os rankings das escolas, ontem divulgados pelo DN, não são exatamente as melhores do país. A Alcaide de Faria figura na 96.ª posição, nas tabelas do secundário. Mas a Secundária de Alcochete, por exemplo, está abaixo da posição 500. O certo é que estas escolas constituem mesmo um grupo de elite: são as melhores entre todas as que conseguiram melhorar consistentemente os seus resultados ao longo de três anos letivos consecutivos.

Este é um dos vários critérios definidos pelo Ministério da Educação e Ciência (MEC) para a atribuição dos chamados créditos horários, que permitem às escolas contratar mais professores ou reforçar os horários dos existentes para dar resposta a áreas que considerem prioritárias. Alcançar este objetivo permite somar mais 30 horas. Chegar lá não é fácil. Não basta registar a melhoria: é preciso estar no grupo dos 20% que o fizeram de forma mais acentuada.

Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN.

Mais Notícias

Outras Notícias GMG