Elementos do júri destacam importância deste desafio

Duas pintoras (Margarida Madruga e Ana Luísa Frazão) e um arquiteto (Armando Lima) irão avaliar os trabalhos dos concorrentes, mas nem sempre a tarefa é fácil, pois esta divertida competição atrai crianças e jovens com particulares habilidades para esculpir na areia.

A pintora (e também arquiteta) Margarida Madruga, de 77 anos, que reparte a vida entre a Horta e Lisboa, é já veterana neste desafio de avaliação. Destaca uma das facetas mais encantadoras do certame: "As crianças têm mais criatividade do que nós adultos porque estes últimos têm mais vícios e mais regras. A pureza, a imaginação e a capacidade das crianças em executar aquilo que lhes apetece é muito bom. No fim gosto de lhes dizer como poderiam melhorar os seus trabalhos."

Margarida Madruga sublinha a importância desta iniciativa, tal como Ana Luísa Frazão (também professora de Artes Visuais) que recua aos momentos da sua infância: "As Construções na Areia em São Martinho do Porto eram o grande acontecimento do verão." Já o arquiteto Armando Lima sabe bem o que é ser avaliado: "É uma tradição de família, eu fiz dos 6 aos 14 anos, fui a três finais e venci em Troia (1994), a representar Vila Praia de Âncora."

São eles que irão escolher os seis premiados de cada categoria.

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