Corte nos preços tira novos remédios aos hospitais

Os baixos preços que estão a ser pagos aos laboratórios em Portugal estão a fazer com que os novos medicamentos não cheguem aos doentes nos hospitais e a levar a que genéricos deixem de ser fabricados.

Em causa estão terapias para os cancros da mama, pulmão, para doentes com esclerose ou Parkinson e os casos mais conhecidos para a hepatite C. Fontes da indústria dizem que o mercado está no limite.

"Se olharmos para as ruturas de stock e para o descontinuar silencioso da produção de alguns medicamentos, percebemos que já chegamos a um ponto em que estamos a andar para trás", disse ao DN, sob anonimato, o diretor de uma grande farmacêutica internacional.

Segundo dados do Infarmed, em 2013 foram aprovados sete medicamentos inovadores entre 29 pedidos. Nos dois anos anteriores foram aprovados 13 em cada um. Ministério defende que é preciso negociar para valores que não coloquem em risco o Serviço Nacional Saúde (SNS) e garante que os doentes que precisam têm acesso à medicação.

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