China em alerta após morte de dois pandas

Uma das espécies mais ameaçadas do planeta, o animal preto e branco tem uma saúde frágil mas é um poderoso símbolo da China

Turistas proibidos de frequentar parques naturais e de se aproximarem de animais selvagens. Técnicos da conservação da natureza sujeitos a exames médicos refor-çados, podendo ser temporaria-mente afastados das funções caso tenham animais domésticos em casa. Dir-se-ia que estávamos perante uma emergência médica, e é exatamente assim que a situação está a ser encarada pelas autoridades chinesas. A diferença é que, neste caso, a preocupação não são as vidas humanas e sim as dos pandas gigantes (Ailuropoda melanoleuca), uma das espécies mais ameaçadas do planeta e um poderoso símbolo e ferramenta diplomática do gigante asiático.

Cheng Cheng e Da Bao. São estes os nomes dos dois pandas de oito anos, ambos da província de Shansi, no Norte do país, cujas mortes fizeram disparar os alarmes. O primeiro morreu no dia 9 de dezembro, em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas. O segundo contraiu a extremamente contagiosa citanose canina (CDV) - mais conhecida por esgana - e veio a morrer a 4 de janeiro. E as últimas notícias indicavam que outros dois pandas estavam doentes, um deles em estado crítico, e mais quatro em quarentena para exames mais apro- fundados.

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