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Ministra não quer pagar a dobrar por horas extras
Enfermagem. Sindicato promete radicalizar lutaFalta de recursos obriga a prolongamento do horário nos hospitaisOs enfermeiros arriscam deixar de ser pagos a dobrar pela realização de horas extraordinárias, passando a receber uma verba igual à do horário normal por hora. A medida integra

Ministra não quer pagar a dobrar por horas extras
Enfermagem. Sindicato promete radicalizar lutaFalta de recursos obriga a prolongamento do horário nos hospitaisOs enfermeiros arriscam deixar de ser pagos a dobrar pela realização de horas extraordinárias, passando a receber uma verba igual à do horário normal por hora. A medida integra

Enfermagem. Sindicato promete radicalizar luta

Falta de recursos obriga a prolongamento do horário nos hospitais

Os enfermeiros arriscam deixar de ser pagos a dobrar pela realização de horas extraordinárias, passando a receber uma verba igual à do horário normal por hora. A medida integra a contraproposta do Ministério da Saúde para a revisão da carreira de enfermagem e está a indignar a classe. Guadalupe Simões, dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, diz que "os enfermeiros têm de fazer horas extras em quase todos os hospitais".

De acordo com a proposta da tutela, sujeita agora a discussão com os parceiros sociais, os enfermeiros teriam um horário: o normal de 35 horas. O aumento do número de horas de trabalho é possível, "embora com um valor igual ao do valor por hora previsto para o período normal de trabalho", refere o documento. Os horários acrescidos de 42 horas, que implicavam um acréscimo de 37% sobre o ordenado base, ficam de parte, "porque têm sido um factor de aumento de custos sem benefícios para a qualidade assistencial".

Guadalupe Simões está contra esta exclusão, que em "1992 foi a solução que a tutela propôs em vez da exclusividade por nós solicitada". Actualmente, já há muitas unidades que deixaram de ter este regime "mas nunca foram contratados enfermeiros para compensar este corte . Os enfermeiros passaram a ter de fazer mais horas extraordinárias". E em muitas unidades já não estão a ser pagas ao seu valor nem no seu devido tempo. Só nas urgências de Faro são feitas "3500 horas extra por mês", sublinha a dirigente. O SEP defende a continuidade do horário acrescido e do pagamento correcto de horas extraordinárias, além de um regime de exclusividade.

O documento sugere ainda uma carreira pluricategorial (enfermeiro e enfermeiro sénior), quando o SEP pretende uma categoria única. A entidade promete "radicalizar a luta" se estas propostas não forem clarificadas nas reuniões negociais.

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