Bacalhaus que iriam dar vida a aquário chegam congelados

A Câmara de Ílhavo espera receber uma nova remessa de bacalhaus a tempo da inauguração do primeiro aquário português dedicado a estes peixes. A primeira remessa chegou... com os peixes congelados.

As três dezenas de bacalhaus juvenis, que iriam dar vida ao novo aquário do Museu Marítimo de Ílhavo, foram fornecidos pelo Museu de Aalesunds, na Noruega.

Os peixes foram transportados de avião para Lisboa, na segunda-feira, tendo seguido depois por estrada até Ílhavo.

À chegada ao município conhecido como a "Capital Portuguesa do Bacalhau", após a abertura das caixas de transporte, verificou-se que os peixes estavam envoltos em blocos de gelo.

Fonte da autarquia disse à agência Lusa que a empresa responsável pelo serviço de transporte está a apurar as responsabilidades no caso, assegurando que se mantém sem alteração a data de inauguração do aquário de bacalhaus.

"Em data a anunciar chegarão mais bacalhaus, a tempo da inauguração do aquário", adiantou.

O aquário dos bacalhaus custou cerca de 2,8 milhões de euros, 85% dos quais comparticipados pelo Programa Operacional da Região Centro - Mais Centro.

O novo edifício desenvolve-se com ligação física direta ao atual edifício do Museu municipal e ao edifício do Centro de Investigação e Empreendedorismo do Mar, contemplando uma área para instalação do aquário para bacalhaus, uma área social e também uma zona dedicada às reservas do Museu.

O aquário, que corresponde a um prédio de três andares, irá acolher 150 bacalhaus de diferentes tamanhos e vegetação marinha, que podem ser observados à superfície e de diferentes ângulos, em espiral.

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