AS MELHORES FRASES DA SEMANA SOBRE OS FERIADOS

O Governo vai propor a eliminação do 5 de Outubro e do 1 de Dezembro da lista de feriados obrigatórios. Propôs ainda a eliminação de apenas dois feriados religiosos o que deixou a Igreja Católica satisfeita.

"Como socialista, laico e republicano dos sete costados, custa-me um bocado a engolir. (...). Não é por aí que se vai resolver os problemas do País".

Mário Soares, ex-presidente da República

"Um Governo que toma uma decisão destas é um Governo que não respeita a independência nem a República. É um ato contra a História e contra a cultura. É um ato anti-história e anticultura".

Manuel Alegre, ex-candidato presidencial

"Face ao que foi anunciado ontem, sinto uma grande surpresa, estou como o doutor Mário Soares, também me custa muito a engolir que se acabe com o feriado da independência nacional, o 1 Dezembro".

José Ribeiro e Castro, deputado CDS/PP

"É uma decisão infeliz. Mas garanto que a implementação da República vai continuar a festejar-se na capital".

António Costa, presidente da Câmara Municipal de Lisboa

"Não é decisão que demonstre menos respeito pela História, pelo contrário, é uma decisão que demonstra enorme consciência daquilo que é o nosso presente e da necessidade que temos de construir um futuro melhor para todos".

Luís Campos Ferreira, deputado da bancada parlamentar do PSD

"A retirada dos dois feriados não contribui em nada para o desenvolvimento do país, o que os trabalhadores vão dar a mais vai contribuir apenas para aumentar o lucro das entidades patronais"

Arménio Carlos, líder da CGTP

"Se analisarmos o calendário dos feriados civis, se não quisermos alterar o 25 de Abril e o 1.º de Maio, que nunca foi nossa intenção, só poderíamos alterar o 10 de Junho - e o 10 de Junho é um dia de Portugal, das comunidades portuguesas e é um dia que tem de ser reforçado no nosso entender".

Álvaro Santos Pereira, ministro da Economia

"Estou francamente contente com a provável eliminação do feriado da República, que divide o país, mas lamento o fim do 1.º de Dezembro, uma celebração consensual e sem base ideológica".

Luís Lavradio, presidente da Causa Real

"A eliminação do 5 de Outubro é lamentável e não tem justificação, muito menos económica, já que existem muitos países com mais feriados do que nós e nem por isso são menos produtivos. É um argumento demagógico".

Raquel Henriques, presidente da Associação dos Professores de História

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