676 infrações na operação "Anjo da Guarda" da GNR

A GNR registou na quarta-feira, dia em que realizou a operação "Anjo da Guarda", um total de 676 infrações relacionadas com cintos de segurança, transporte de crianças em automóveis e uso de telemóveis por condutores, segundo dados atualizados.

A operação "Anjo da Guarda" envolveu mais de 1.800 militares da Guarda Nacional Republicana, foi levada a cabo durante todo o dia de quarta-feira, abrangeu 93 por cento do território nacional e incidiu, em particular, sobre a utilização de cintos de segurança, os sistemas de retenção para crianças e o uso de telemóveis durante a condução.

Dentro de todas as infrações registadas pela atividade de fiscalização da GNR ao longo do dia de quarta-feira, um total de 676 estiveram relacionadas com o âmbito da operação "Anjo da Guarda": 408 deveram-se ao uso dos cintos de segurança, 71 aos sistemas de retenção de crianças e 197 aos telemóveis, segundo os dados atualizados e definitivos enviados à agência Lusa por esta força de segurança.

O capitão João Figueiredo, da GNR, sublinhou, em declarações à agência Lusa, que estes números estão "muito acima" da média, o que revela a importância de operações como a do "Anjo da Guarda" e do "muito trabalho" que há ainda a fazer no sentido de "alertar" e "sensibilizar" os condutores para os "perigos e consequências" da má utilização dos cintos de segurança e de falar ao telemóvel durante a condução.

No primeiro semestre deste ano, a GNR detetou, em média, 80 infrações por dia relacionadas com os cintos de segurança e os sistemas de retenção das crianças e outras 70 ligadas aos telemóveis.

Para João Figueiredo, a diferença entre estes números e os registados durante a operação de quarta-feira "acabam por justificar" iniciativas como a do "Anjo da Guarda".

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