Seguro acusa Passos de insensibilidade por o criticar

"Perante tanta insensibilidade, o Primeiro Ministro não para de me surpreender. Aqui, bem perto em Barcelos, o PM criticou-me por dizer que a meta orçamental devia fixar-se 5% [do PIB], tanta insensibilidade. Ele sabe, ou deveria saber, que isso permitiria não cortar com retroativos as pensões e as reformas", etc. Reação de António José Seguro às críticas de Passos Coelho sobre as propostas que os socialistas ontem apresentaram aos elementos da troika.

O secretário geral do PS falava, ontem, no jantar de apoio à candidatura de Raul Cunha à Câmara Municipal de Fafe. E acrescentou que "tanta insensibilidade" só demontra que Passos Coelho "está mais preocupado com os mercados e não olha para a realidade do País".

Referiu-se, ainda, à falta de coesão entre a coligação governamental, o que diz ser uma situação completamente difrente do que se vive no PS. "Sabemos que no Governo ninguém se entende, mas isso é lá com eles. Nós, no PS, sabemos que é necessário estabilizar a economia e parar com os cortes"

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