Polícias desafiam nova ministra a travar guerra das escutas com Teixeira da Cruz

PSP e GNR esperam que a "competência" de Anabela Rodrigues supere a "falta de peso político" para impedir que as escutas fiquem só com a PJ.

A nova ministra da Administração Interna, Anabela Rodrigues, terá de demonstrar a um universo de 46 mil polícias (23 mil da PSP e outros 23 mil da GNR) que "o que lhe falta em peso político é compensado pela competência técnica na área jurídica", observa Paulo Rodrigues, presidente da maior associação sindical da PSP, a ASPP/PSP.

O dirigente sindical espera que essa equação seja suficiente para que Anabela Rodrigues consiga "vencer a guerra das escutas com a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz". A ministra da Justiça já perdeu a primeira batalha da concentração de escutas na PJ no dia 13, quando o assunto esteve previsto para ir a Conselho de Ministros e não foi. O ministro Miguel Macedo foi intransigente na recusa de retirar as escutas à PSP e à GNR e o próprio sindicato da PJ admitiu não ter os recursos humanos suficientes para gerir um eventual monopólio na Judiciária das interceções telefónicas.

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