Paulo Portas espera que 2014 seja "ano melhor"

O vice-primeiro-ministro deixou hoje o desejo de que 2014 "seja um ano melhor" e enalteceu em nome do CDS-PP a forma "elevadamente profissional" como o até agora secretário de Estado da Administração Interna exerceu as suas funções.

"Espero que seja um ano melhor", começou por dizer o vice-primeiro-ministro, Paulo Portas, à saída de cerimónia de tomada de posse dos novos secretários de Estado da Administração Pública, Administração Interna e da Justiça.

Paulo Portas, que é também líder do CDS-PP, deixou ainda uma palavra sobre Filipe Lobo d'Ávila, que agora deixa a secretaria de Estado da Administração Interna: "Queria dizer em nome do CDS que nós estamos reconhecidos à forma elevadamente profissional como o doutor Filipe Lobo d'Ávila exerceu o seu mandato, em tarefas que são difíceis".

Sobre o seu substituto, João Almeida, que era até agora o porta-voz do CDS-PP e deputado pelo partido, o vice-primeiro-ministro disse ter "obviamente bastante esperança na competência" com que irá substituir Filipe Lobo d'Ávila.

"São dois belíssimos quadros do nosso partido", sublinhou.

Paulo Portas foi o único membro do executivo de maioria PSD/CDS-PP, liderado por Pedro Passos Coelho, que falou aos jornalistas.

O Presidente da República, Cavaco Silva, deu hoje posse a três novos secretários de Estado do XIX Governo Constitucional, numa cerimónia no Palácio de Belém.

Tomaram posse José Maria Teixeira Leite Martins como secretário de Estado da Administração Pública, João Almeida como secretário de Estado da Administração Interna e António Manuel Costa Moura como secretário de Estado da Administração Patrimonial e Equipamentos do Ministério da Justiça, em substituição de Hélder Rosalino, de Filipe Lobo d'Ávila e de Fernando Santo, respetivamente.

Esta foi a nona alteração à composição do XIX Governo Constitucional e a sétima realizada este ano. O executivo PSD/CDS-PP, chefiado por Pedro Passos Coelho, é composto por 14 ministros e 41 secretários de Estado, somando, no total, 56 membros, incluindo o primeiro-ministro.

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