Passos promete inventário completo sobre amianto

Primeiro-ministro apontou dois meses para ter pronto o levantamento de todos os edifícios com amianto. Mas afirmou que não há "risco iminente e significativo".

Quinze dias depois de ter sido interpelado pela deputada ecologista Heloísa Apolónia sobre os edifícios com amianto (a partir de um caso concreto no prédio da DGEG - Direção-Geral de Energia e Geologia, onde há um elevado número de trabalhadores com cancro), Passos Coelho reconheceu no Parlamento, no debate quinzenal, que "há um atraso na inventariação" desses edifícios, mas "há também vários ministérios que já a concluíram".

E deixou a promessa: "Dentro de dois meses" espera ter "esse levantamento concluído" para que se possa atuar depois. Já sobre o caso particular da DGEG, o primeiro-ministro apontou o mesmo prazo para a mudança de instalações. "Isso está em curso e deverá estar concluído em dois meses."

Em todo o caso, Passos Coelho referiu que os casos identificados de amianto nos edifícios "não comportam risco iminente e significativo" para os trabalhadores.

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