Passos diz que o seu projeto é "aberto a todos"

O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, afirmou hoje que o projeto que tem para o país é "realista" e "aberto a todos" defendendo um "sentido de abertura e de convergência rigorosamente entre todas as forças políticas e sociais".

Para o líder social-democrata e primeiro-ministro, "ninguém tem o direito de se colocar de fora da tarefa de reconstrução nacional".

"O projeto que temos para o país é realista mas aberto a todos", afirmou Passos Coelho no discurso de encerramento do Congresso do PSD, em Lisboa.

Esse projeto, defendeu, "tem que ser um projeto aberto", porque apesar de nem todos terem "a mesma visão" nem quererem "percorrer o mesmo caminho", quando o país enfrenta uma situação de emergência nacional " tem o direito de se colocar de fora da tarefa de reconstrução nacional".

"O debate que temos para fazer, durante a crise que estamos a batalhar, também é um debate sobre alternativas políticas, mas não podemos fixar-nos sobretudo nas diferenças sem mostrarmos uma real capacidade para nos aproximarmos em torno do que é essencial", argumentou.

"Creio que o país apreciará esse sentido de abertura e de convergência rigorosamente entre todas as forças políticas e sociais", reforçou.

Logo no inicio da sua intervenção, quando cumprimentou as delegações dos partidos presentes, - todos os partidos com assento parlamentar, exceto o Bloco de Esquerda, estão representados - Passos referiu que "vale a pena apostar numa atitude de tolerância de diálogo e não de crispação e de quero, posso e mando".

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