"Nunca esqueço o Guerra Junqueiro, poeta da minha infância em Trás-os-Montes"

Questionário de Proust a Adriano Moreira. O professor universitário tem como virtude que mais aprecia a autenticidade. E não esquece as suas raízes.

A sua virtude preferida?

Autenticidade.

A qualidade que mais aprecia num homem?

Autenticidade.

A qualidade que mais aprecia numa mulher?

Autenticidade.

O que aprecia mais nos seus amigos?

A solidariedade.

O seu principal defeito?

A esperança afetada pelo pessimismo.

A sua ocupação preferida?

Ler.

Qual é a sua ideia de "felicidade perfeita"?

A paz de espírito.

Um desgosto?

A morte de um filho.

O que é que gostaria de ser?

Já sou.

Em que país gostaria de viver?

No meu.

A cor preferida?

Não tenho.

A flor de que gosta?

Rosa.

O pássaro que prefere?

Andorinha.

O autor preferido em prosa?

Há vários. Por exemplo Eça de Queiroz e o Gilberto Freyre.

Poetas preferidos?

O Poeta que eu nunca esqueço é o Guerra Junqueiro, poeta da minha infância ​​​​​​​em Trás-os-Montes.

O seu herói da ficção?

Não tenho.

Heroínas favoritas na ficção?

Não tenho.

Os heróis da vida real?

Mandela, por exemplo.

As heroínas históricas?

Simone Weil, por exemplo.

Os pintores preferidos?

Raquel Gameiro, da minha infância.

Compositores preferidos?

Beethoven.

Os seus nomes preferidos?

Os dos meus filhos.

O que detesta acima de tudo?

A falta de autenticidade.

A personagem histórica que mais despreza?

O Hitler.

O feito militar que mais admira?

O Soldado Milhões.

O dom da natureza que gostaria de ter?

A própria natureza.

Como gostaria de morrer?

Tranquilo.

Estado de espírito atual?

Inquieto.

Os erros que lhe inspiram maior indulgência?

Os que resultam da falta do saber.

A sua divisa?

Todas as pessoas nascem livres ​​​​​​​e iguais em dignidade.

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